Só há duas coisas mais viciantes que snifar cocaína:
A série "24". E snifar cocaína enquanto se vê a série "24".
gui
Saturday, November 07, 2009
Friday, November 06, 2009
Hoje à noite...
... mais um palco para aquecer.
Pelas 23.00h, no Live In, nas galerias em frente à Galp, na Expo.
Com a ajuda de Vasco Correia, espalharemos a alegria e a parvoíce.
Paulo Bento, se estiveres a ler isto, não vás para o Bairro com o Bettencourt. Passa por lá.
gui
Pelas 23.00h, no Live In, nas galerias em frente à Galp, na Expo.
Com a ajuda de Vasco Correia, espalharemos a alegria e a parvoíce.
Paulo Bento, se estiveres a ler isto, não vás para o Bairro com o Bettencourt. Passa por lá.
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Juramos que 11% dos médicos em Portugal são estrangeiros
ESTUDO RECENTE/GF – O acutilante estudo desta semana vem novamente ajudar a explicar a sociedade e desta vez fica desmistificado o mito da péssima letra dos médicos em Portugal. Parece assim que a incompreensão total dos portugueses das suas receitas médicas não é um problema de “caligrafia”, mas sim de “fronteiras”.
Sem surpresa, os estudantes de medicina em Portugal acolheram a ideia de 1 em cada 10 médicos ser estrangeiro. Raquel Marrona, estudante de média de 22,0, disse a’O Indesmentível que “Estes números se não são mesmo estrangeiros a virem para cá exercer, são os Portugueses que foram para fora estudar e que quando voltam já não se lembram da língua de Camões. Acontece muito depois de directas a ver cadáveres. Eu própria já acordei de uma sesta a falar élfico.” Este estudo pode ainda explicar porque tantos médicos em Portugal se recusam a levar a vacina contra a gripe A. Em vários dialectos de leste “vacina” e “gripe A” podem ser traduzidos como “rusga” e “passaporte”.
As seen on O Indesmentível.
Sem surpresa, os estudantes de medicina em Portugal acolheram a ideia de 1 em cada 10 médicos ser estrangeiro. Raquel Marrona, estudante de média de 22,0, disse a’O Indesmentível que “Estes números se não são mesmo estrangeiros a virem para cá exercer, são os Portugueses que foram para fora estudar e que quando voltam já não se lembram da língua de Camões. Acontece muito depois de directas a ver cadáveres. Eu própria já acordei de uma sesta a falar élfico.” Este estudo pode ainda explicar porque tantos médicos em Portugal se recusam a levar a vacina contra a gripe A. Em vários dialectos de leste “vacina” e “gripe A” podem ser traduzidos como “rusga” e “passaporte”.
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Thursday, November 05, 2009
"Contra Picado" na edição de 6 meses de Indesmentível

"Contra Picado" desta semana.
Semana essa que assinala 6 meses de Indesmentível.
Aposto 5 euros como o Rafael não deve ir à festa...
“New York, I love You” – Masturbação intelectual, detesto-te
CONTRA PICADO/GF – A sensação que eu tive ao ver este filme foi a mesma de estar na loja do cidadão durante 73 horas seguidas, de pé, sem ar condicionado ou oxigénio, com um bebé a bolsar-me para cima em intervalos de meia hora, para depois ser atendido e perceber que devo o PIB de um pequeno país africano ao estado português. Eu já fui ao Mac Donald’s. Admito. Envergonha-me mas admito. O engraçado é que quando comi o hambúrguer, degustei as batatas e depois vomitei na casa de banho já de si asquerosa, não esperava ter a epifania cultural que tive esta semana. Escolher uma curta das de “New York, I Love You” tem a mesma profundidade emocional, cultural e espiritual que decidir entre um McBacon ou um DoubleCheese. Ambos fazem mal, não nos matam a fome e só servem para enriquecer um produtor americano. Não obstante do facto de todos os hambúrgueres aqui neste filme saberem exactamente ao mesmo lixo e resultarem no exactamente mesmo cancro do cólon.
Não interessa se o realizador da curta é a Natalie-eu-já-não-sou-uma-criança-e-por-isso-rapo-o-cabelo-Portman ou o Brett-eu-ainda-vou-martirizar-a-humanidade-com-o-Hora-de-Ponta-4-Ratner. Sabe exactamente ao mesmo. Não interessa se os “molhos” desses hambúrgueres são actores do Indiana Jones ou dos Piratas das Caraíbas. A caganeira vai ser a mesma. Escrever-se, produzir-se e realizar-se um filme como “New York, I Love You” é a mesma coisa que pegarmos numa caixa de clinexes, baixarmos as luzes e travarmos uma amizade mais íntima com os nossos genitais. É pura masturbação intelectual de americanos que gostam de se ver ao espelho, enquanto treinam poses de revista. E, se não se é um aluno de Universidade que não estudou para o exame porque estava de ressaca, é feio copiar-se. “Paris, je t’aime” é uma obra-prima do cinema, com realizadores fantásticos que exploram a condição humana numa cidade apaixonante, mágica e com personalidade. Não é um exercício de auto-retrato feito por narcisistas de pau feito, numa cidade que não dorme simplesmente porque está demasiado drunfada em anti-depressivos.
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Monday, November 02, 2009
Salão Erótico 2009 acaba sem ninguém desaparecido, preso ou vestido
FORA DO ARMÁRIO/GF – Acabou ontem a 5ª edição do Salão Erótico em Portugal, onde o português comum pode ver pessoas nuas, mulheres a dançar em varões e instrumentos sexuais que envergonhariam até a Sue da Sic Mulher. Com oito palcos, mais três que o Festival Sudoeste e menos dois que o Toy já pisou na sua carreira inteira, o Salão Erótico deslumbrou e entusiasmou centenas de portugueses e portuguesas com striptease, pornografia e sushi-erótico, que consiste basicamente em “comer sushi directamente do corpo de uma mulher nua, numa tentativa de passar doenças não só através da comida crua, como dos genitais do prato em si”. O país convidado foi a República Checa, que trouxe especialmente para a ocasião as suas melhores estrelas no ramo do sexo e da limpeza de varões através de fricção. Como Portugal não podia ficar atrás, mostrou uma profissional equipa de “ilusionistas” específicas que fazia desaparecer qualquer objecto, sem ter qualquer peça de roupa vestida. O Salão Erótico prova assim ser assim um festival ganhador, cujo sucesso não se mede em números de visitantes mas sim em centímetros.
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Braga pede desculpa pelo equívoco que foi “ganhar ao Benfica”
GRITARIA/GF – Sem que nenhum benfiquista ou vidente de anúncio no Destak esperasse, o S. C. Braga conseguiu ganhar em casa por 2 a 0, ganhando a nova e carinhosa alcunha de “empata f*d*s” por parte dos benfiquistas.Destacando-se no primeiro lugar do campeonato e no coração dos benfiquistas como “mais um clube que quando formos visitar partimos bombas de gasolina”, o Braga já pediu desculpa pelo acidente e culpa Domingos Paciência pelo que se passou. “Ouçam, nós não queríamos irritar 6 milhões de pessoas. O Domingos Paciência é que nos enganou na baliza para que tínhamos de rematar” disse Hugo Viana enquanto se desviava de uma ave de rapina. Domingos Paciência disse que o truque da vitória esteve “no aumentar para o dobro do prémio de jogo aos seus jogadores. Toda a gente gosta de almoçar duas sandes invés de apenas uma. Fica-se mais aconchegadinho.” Com este resultado o Sporting de Braga poderia assim ter levado uma nação de benfiquistas ao alcoolismo, não estivessem já eles de mini na mão.
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Friday, October 30, 2009
Agenda: Stand up
Um fim de semana.
Três dias.
A primeira é já hoje. "Mágico 3" em Carnaxide a partir das 22h. Podem ir depois do Porto perder com o Belenenses...

Três dias.
Duas actuações.
A primeira é já hoje. "Mágico 3" em Carnaxide a partir das 22h. Podem ir depois do Porto perder com o Belenenses...

A segunda será amanhã, sábado e dia das bruxas, na Ericeira.
In related news, o espectáculo que estou a preparar com o Pedro Silva (baptizado de: "De Perto, Ninguém é normal") está a dar passos largos.
Depois de uma manhã de sessão fotográfica para o poster fiquei a saber algumas coisas:
- Que o Pedro Silva consegue manter a mesma cara durante quase tanto tempo como a Manuela Ferreira Leite;
- Que tenho de descobrir rapidamente onde há festas do IADE;
- Que se o espectáculo tiver tanta pinta como as fotos, só paramos na Comedy Central.
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Thursday, October 29, 2009
Michael Jackson leva porrada... de Rafael Contra
Isto sim, é "bater em mortos", Rafael...“This is It” – Agora é que Hollywood vendeu a alma. A prestações de 5 euros
CONTRA PICADO/GF – A sensação que eu tive ao ver este filme foi a mesma de estar a tossir sangue, amarrado a uma cadeira de praia aquecida, de frente para uma televisão que passa a TVI, mais especificamente um programa do Manuel Luís Goucha, num cenário repleto de “zombies” de meia idade e cabelo armado que só batem palmas. Não é elegante as pessoas fazerem isto, mesmo que sejam o Pacheco Pereira e o façam diariamente, mas vou citar-me a mim mesmo. Há uns meses eu disse isto sobre a notícia (tão fresca na altura, como o cadáver do dito Michael Jackson) do lançamento deste mesmo documentário: “Fico honestamente feliz de ver que Hollywood está a ficar sem razão para fazer filmes. Espero ansioso pelo dia em que dirão… ‘acabou. Não temos mais razões para sugar dinheiro a esta gente e a Coca-Cola que andamos a beber já não nos ajuda a escrever coisas novas…’. Nesse dia o cinema comercial morrerá por falta de combustível. A não ser que morra outra celebridade que precise de ser beatificada depois de ameaçar atirar crianças pela janela.”
Agora que releio o que escrevi, gosto tanto que estou a pensar tatuar estas mesmas palavras nas costas. Pode ser que morra com uma infecção a meio do processo e façam um documentário sobre a minha vida. Sim, é assim tão fácil. Este documentário mostra duas coisas. Que os americanos estão cada vez mais parecidos com os Indianos do Bairro Alto nos seus esquemas para fazerem dinheiro rápido, e que são cínicos, hipócritas e calculistas. Espera, isso já se tinha percebido com a Guerra no Iraque. A única diferença aqui é que agora parecem adolescentes rebeldes com falta de dinheiro para tabaco e roubam dentro da sua própria casa. Michael Jackson fez três coisas durante a vida. Abanou crianças em varandas, brincou com macacos no quintal e inventou uma nova maneira de andar. Não necessariamente nesta mesma ordem. E enquanto isso, nós gozávamos com ele. Depois o homem morre, decrépito e já passado do prazo de validade, e nós choramos a vê-lo dançar em ensaios gravados. Os únicos ensaios que me fizeram chorar foram os mostrados durante o “Dança Comigo” da RTP. E porque não tinha pilhas para o comando. Paguem bilhete para isto, força. Pode ser que, com esta crescente indústria do cinema pós-mortum, o desenterrem para uma sequela.
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Wednesday, October 28, 2009
Mulheres já são 40% dos jogadores de consolas
ESTUDO RECENTE/GF – Mais conhecidas por apreciarem desportos como “compras”, “má-língua” ou “partir o carro todo ao parceiro a tentar estacionar”, as mulheres têm agora um novo passatempo, consolas de jogos.
Esta crescente onda de mulheres-jogadoras está a deixar alguns homens contentes. Nuno Eduardo Rafael Diogo (NERD) disse a’O Indesmentível que “quando, há dez anos, 90% dos utilizadores de consolas de jogos eram só homens, rebentar um gajo no Unreal Tournament era só uma razão para trocar uns insultos. Agora vejo isso como um possível engate. Nunca se sabe a quem estamos a rebentar a cabeça com uma Link Gun, não é?” No entanto, alguns homens defendem uma renovada explicação de utilização das suas consolas às suas companheiras, por dizerem que algumas, sem explicação, vergonha ou sequer electricidade, estão a usar erradamente os seus comandos da Wii.
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Esta crescente onda de mulheres-jogadoras está a deixar alguns homens contentes. Nuno Eduardo Rafael Diogo (NERD) disse a’O Indesmentível que “quando, há dez anos, 90% dos utilizadores de consolas de jogos eram só homens, rebentar um gajo no Unreal Tournament era só uma razão para trocar uns insultos. Agora vejo isso como um possível engate. Nunca se sabe a quem estamos a rebentar a cabeça com uma Link Gun, não é?” No entanto, alguns homens defendem uma renovada explicação de utilização das suas consolas às suas companheiras, por dizerem que algumas, sem explicação, vergonha ou sequer electricidade, estão a usar erradamente os seus comandos da Wii.
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Monday, October 26, 2009
10 anos de Clube
Foi o filme que me fez querer tirar cinema. Foi o filme que me tornou argumentista. Foi o filme que me definiu a vida.Não é tarefa pouca. Ou simples. Ou pouco importante. "Fight Club" é o meu filme favorito. Marcou a minha vida de tal maneira que se hoje não tenho uma colecção de móveis do IKEA e não trabalho numa firma de advogados a tirar fotocópias... é por causa dele.
Podia aqui dizer que o cinema é uma "arte mágica" que "nos mostra mundos que nunca vimos" e que "nos faz crescer como pessoas" mas o que este monte de clichés merecia era um frame de um pénis erecto pelo meio. Balelas. Até são verdade, mas são balelas mastigadas. "Fight Club" foi o filme que me mostrou que o cinema não era todo igual. Que o cinema era muito mais que dominguices da SIC. Ou historietas de amor de Hollywood.
"Fight Club" é o filme de que me lembro quando discuto comigo mesmo. "Fight Club" é o filme de que me lembro quando sinto que não estou a aproveitar a vida como ela merece. "Fight Club" é o filme de que me lembro quando simplesmente respiro cinema.
"Fight Club" fez este mês 10 anos de idade. E ironia das ironias, teve um percurso de vida parecido ao do seu protagonista. Odiado ao início, lentamente foi "lutando" e crescendo em "caves de bares" e hoje em dia é um hino, maravilhoso e poderoso, ao cinema.
Sempre que me sinto triste, desorientado, medroso, abandonado, perdido ou simplesmente confuso... cito para mim mesmo Tyler Durden:
"This is your life, and it's ending one minute at a time".
Não sou nenhum terrorista anarca.
Gosto apenas de me esforçar por aproveitar a vida e por saber saborear o que é estar vivo...
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Gripe A pode ser o segredo do Sporting para ser campeão
EXPECTORAÇÃO/GF – Depois de ontem um jogo do clube francês Paris Saint-Germain ter sido adiado devido a um surto de gripe A nos seus jogadores, a direcção do Sporting já encomendou três mexicanos e dois suínos com gripe para virem infectar os seus jogadores, num claro esforço de, à semelhança da relva, adoecerem também uns jogadores.
Enquanto não estava a ser histérico ou “abetalhado”, José Bettencourt disse a’O Indesmentível que “esta medida pode vir a dar o campeonato ao Sporting. Tudo porque se adiarmos os jogos todos, ou seja não jogarmos de todo, já estaremos a jogar melhor do que actualmente.” Quem ficou contente com esta medida do clube leonino foi também uma quantidade enorme de mães portuguesas que, agora que Paulo Bento terá de andar de máscara, não têm de tapar os olhos aos filhos sempre que este grita palavrões, ou simplesmente aparece. Entretanto, Miguel Veloso já pediu duas semanas de folga para encontrar uma máscara que condiga com o seu cabelo. João Moutinho é que não será infectado pela simples razão de que devido ao seu tamanho, a Gripe A não cabe dentro dele.
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Enquanto não estava a ser histérico ou “abetalhado”, José Bettencourt disse a’O Indesmentível que “esta medida pode vir a dar o campeonato ao Sporting. Tudo porque se adiarmos os jogos todos, ou seja não jogarmos de todo, já estaremos a jogar melhor do que actualmente.” Quem ficou contente com esta medida do clube leonino foi também uma quantidade enorme de mães portuguesas que, agora que Paulo Bento terá de andar de máscara, não têm de tapar os olhos aos filhos sempre que este grita palavrões, ou simplesmente aparece. Entretanto, Miguel Veloso já pediu duas semanas de folga para encontrar uma máscara que condiga com o seu cabelo. João Moutinho é que não será infectado pela simples razão de que devido ao seu tamanho, a Gripe A não cabe dentro dele.
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Saturday, October 24, 2009
Os Meus Ministros
Tenho de dizer que não concordo com as escolhas de Sócrates para Ministros.
Apresento aqui aqueles que, na minha opinião seriam as melhores escolhas para Ministros, em cada pasta...
Os Meus Ministros:
Ministro da Presidência: Rui Costa (Numa semana melhorava logo as conversas entre a Presidência e o Governo. E o pé esquerdo do Cavaco.)
Ministro dos Assuntos Parlamentares: O MSN Messenger (Para comunicar, usem isso)
Ministro Negócios Estrangeiros: Cristiano Ronaldo (Bom na parte das “estrangeiras” e dos “negócios”)
Ministro do Estado e das Finanças: A Marisa Cruz (Jogar no Euro Milhões e ganhar é de longe a melhor maneira de melhorar o orçamento de estado)
Ministro da Defesa Nacional: Bruno Alves (É que nem piavam.)
Ministro da Administração Interna: Jorge Jesus (Ninguém melhorar para orientar equipas)
Ministro da Justiça: João Kleber (Um homem habituado a resolver casos de infidelidade em directo na televisão e que pode muito bem com o Marinho Pinto, quando for preciso)
Ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento: A “Fátima Salazar”, o mash-up do anúncio da TMN (foi um desenvolvimento de algo mau, para algo ainda pior a quem eu dava dinheiro para se afastar. Ficava perfeita na pasta da Economia)
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas: Lugar rotativo (Um por semana, roda-se a posição por todos os jogadores de FarmVille em Portugal)
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicação: As meninas do “Fama Show” (São todas grandes “monumentos” que eu não me importava de andar a “transportar” debaixo do braço e como a Orsi Feher já provou que não é preciso perceber-se alguém para se gostar de a ouvir, fica especificamente com a “Comunicação”)
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Pedro Granger (Na parte da Tecnologia, chega-lhe a publicidade que faz à Worten e é tão beto que só pode ser um milagre da ciência. O Ensino Superior era só um incentivo para que leia um livro de vez em quando.)
Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território: O arrumador que costuma estar na praça central do Saldanha (Apanha tudo o que consegue do chão, zelando obviamente pelo Ambiente, e ninguém organiza aquele território melhor que ele.)
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social: Margarida Martins (Habituada a esta pasta com o seu trabalho na Abraço, se estivesse dentro de um Ministério, não tínhamos de a ouvir)
Ministro da Educação: Carolina Salgado (Se é para ser uma escritora, ao menos que seja uma que precisa de educação)
Ministro da Saúde: José Carlos Malato (Um hipocondríaco fazia aquele trabalho melhor que ninguém. E não duvido que fosse “muito feliz” no lugar)
Ministro da Cultura: www.wikipedia.org (Não é preciso pagar-se a alguém para ser Ministro disto. O site tem tudo.)
Apresento aqui aqueles que, na minha opinião seriam as melhores escolhas para Ministros, em cada pasta...
Os Meus Ministros:
Ministro da Presidência: Rui Costa (Numa semana melhorava logo as conversas entre a Presidência e o Governo. E o pé esquerdo do Cavaco.)
Ministro dos Assuntos Parlamentares: O MSN Messenger (Para comunicar, usem isso)
Ministro Negócios Estrangeiros: Cristiano Ronaldo (Bom na parte das “estrangeiras” e dos “negócios”)
Ministro do Estado e das Finanças: A Marisa Cruz (Jogar no Euro Milhões e ganhar é de longe a melhor maneira de melhorar o orçamento de estado)
Ministro da Defesa Nacional: Bruno Alves (É que nem piavam.)
Ministro da Administração Interna: Jorge Jesus (Ninguém melhorar para orientar equipas)
Ministro da Justiça: João Kleber (Um homem habituado a resolver casos de infidelidade em directo na televisão e que pode muito bem com o Marinho Pinto, quando for preciso)
Ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento: A “Fátima Salazar”, o mash-up do anúncio da TMN (foi um desenvolvimento de algo mau, para algo ainda pior a quem eu dava dinheiro para se afastar. Ficava perfeita na pasta da Economia)
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas: Lugar rotativo (Um por semana, roda-se a posição por todos os jogadores de FarmVille em Portugal)
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicação: As meninas do “Fama Show” (São todas grandes “monumentos” que eu não me importava de andar a “transportar” debaixo do braço e como a Orsi Feher já provou que não é preciso perceber-se alguém para se gostar de a ouvir, fica especificamente com a “Comunicação”)
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Pedro Granger (Na parte da Tecnologia, chega-lhe a publicidade que faz à Worten e é tão beto que só pode ser um milagre da ciência. O Ensino Superior era só um incentivo para que leia um livro de vez em quando.)
Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território: O arrumador que costuma estar na praça central do Saldanha (Apanha tudo o que consegue do chão, zelando obviamente pelo Ambiente, e ninguém organiza aquele território melhor que ele.)
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social: Margarida Martins (Habituada a esta pasta com o seu trabalho na Abraço, se estivesse dentro de um Ministério, não tínhamos de a ouvir)
Ministro da Educação: Carolina Salgado (Se é para ser uma escritora, ao menos que seja uma que precisa de educação)
Ministro da Saúde: José Carlos Malato (Um hipocondríaco fazia aquele trabalho melhor que ninguém. E não duvido que fosse “muito feliz” no lugar)
Ministro da Cultura: www.wikipedia.org (Não é preciso pagar-se a alguém para ser Ministro disto. O site tem tudo.)
Friday, October 23, 2009
Reentré, ao vivo e a cores
(rufo....)
Ando a preparar um espectáculo. Stand-up comedy. Duas pessoas. Eu e Pedro Rodrigues Silva, um rapaz que além de suportar o fardo de ser meu amigo, ganhou o concurso de Stand-Up "Morrer a Rir" organizado pelo Herman José e a segunda edição dos "Cómicos de Garagem", organizado pelas Produções Fictícias.
O espectáculo está para breve, mas por enquanto, é preciso alinhar, experimentar, esfalfar e organizar texto. Assim sendo, tenho 3 actuações este mês que para tal já estão a trabalhar.
A primeira é amanhã. O Bar é o Unikus (que armado em moderno, já tem site).

Agora vou tratar do texto, sim?
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Thursday, October 22, 2009
“Amor por Acaso” – …vómito de propósito

Here comes Rafael Contra...
"CONTRA PICADO/GF – A sensação que eu tive ao ver este filme foi a mesma de estar todo nu a ser apedrejado com isqueiros, no meio de um estádio de futebol cheio de militantes da JSD que recitavam em uníssono um manual de instruções de uma máquina de lavar Singer. Nunca me tinha acontecido antes, mas ontem, ao ler a sinopse deste filme depois de ter comprado o bilhete, vomitei um bocadinho na boca. E sabem o que é mais assustador? Esse pedaço semi-digerido do meu almoço que me subiu à boca tinha mais talento cinematográfico que toda a equipa que produziu, realizou e lançou este filme. Incrível como vendem este filme como uma “comédia romântica” quando devia ser rotulado de “catálogo de Hollywood”. Sabem os catálogos das grandes lojas de móveis nórdicos que apresentam todos os modelos em “apenas” cem páginas?
Este filme apresenta todos os clichés de Hollywood em “duas horas”. Sem direito a devoluções. Hollywood está-se a tornar aqueles betos irritantes e “inchados” que para saírem à noite compram vinte vezes a mesma camisa e as vão rodando. “Amor por acaso”, “Amor ao acaso”, “Amor sem acaso nenhum”, “Amor com um bocadinho de acaso, mas não muito para também não enjoar”, são tudo títulos diferentes para a mesma coisa: morfina intelectual para mulheres desesperadas e solitárias que esperam encontrar um cavaleiro andante na próxima esquina que cruzarem. Comerem meio bolo de chocolate ou brincarem sozinhas com a pressão do chuveiro terá o mesmo efeito que ver este filme. Os espectadores de Hollywood deviam estar fartos do galã deslumbrante e charmoso (aqui personificado por Aaron-eu-não-faço-só-filmes-de-superheróis-Eckhart) e da desacreditada e solitária eterna apaixonada (aqui personificada pela Jennifer-eu-vou-fazer-o-mesmo-filme-com-nomes-diferentes-para-o-resto-da-minha-vida-Aniston). Concluindo, se forem gordas, desesperadas e a última vez que copularam foi quando o PSD ainda estava no governo, vão adorar esta hora e 49 minutos de miminhos no ego. Peço é cuidado para não sujarem o cinema com restos do “bolo de chocolate”."
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Wednesday, October 21, 2009
Surfistas em Peniche estão apenas “armados em esquisitos”
MÁ ONDA/GF – Com tudo a postos para se iniciar a prova de Peniche do Rip Curl Pro Search, centenas de surfistas armaram-se em esquisitos e ontem disseram “não haver ondas”, hoje disseram “haver ondas demais” e amanhã vão dizer que “há ondas, mas agora é a areia que é a mais.”
Enquanto estavam espalhados pela praia a fumar cigarros de enrolar e a ouvir reggae pelas malas dos carros, O Indesmentível conseguiu ouvir um surfista que sabia onde estava e quem era. “Olha lá para aquela água, man? Aquilo deve estar gelado! Já puseste lá o pé?!” Depois nos incutir um enorme medo de “encolhimento genital”, Salvador Betão abriu-nos o coração: “Eu até gosto da praia, das bolas de Berlim e de dar uns toque na bola com uns amigos, mas ir ao mar é que não. Quando era pequeno fui apanhado por uma onda ali na rebentação, entrou-me água para o nariz e tudo!” Parece assim que esta prova mundial da Rip Curl não vai acontecer tão cedo, os surfistas já disseram: “Ou nos dão braçadeiras ou esta gente toda vai para as suas banheiras!”
As seen on O Indesmentivel.
Enquanto estavam espalhados pela praia a fumar cigarros de enrolar e a ouvir reggae pelas malas dos carros, O Indesmentível conseguiu ouvir um surfista que sabia onde estava e quem era. “Olha lá para aquela água, man? Aquilo deve estar gelado! Já puseste lá o pé?!” Depois nos incutir um enorme medo de “encolhimento genital”, Salvador Betão abriu-nos o coração: “Eu até gosto da praia, das bolas de Berlim e de dar uns toque na bola com uns amigos, mas ir ao mar é que não. Quando era pequeno fui apanhado por uma onda ali na rebentação, entrou-me água para o nariz e tudo!” Parece assim que esta prova mundial da Rip Curl não vai acontecer tão cedo, os surfistas já disseram: “Ou nos dão braçadeiras ou esta gente toda vai para as suas banheiras!”
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Por muito que se esforcem, 51% dos portugueses só falam Português
ESTUDO RECENTE/GF – Se não acredita neste estudo que mostra que 51% dos portugueses não falam mais nenhuma língua senão o Português, procure ver Deco a falar Inglês, Sócrates a falar Espanhol ou Alberto João Jardim apenas a falar e depois leia o resto deste texto.
Apenas versados em dialectos como “franco-português de emigrante regressado para o Natal” ou “pseudo-inglês gritado a turistas nas ruas de Lisboa”, os portugueses têm um grave problema no que toca a comunicar com outros povos. Basta olharmos para a nossa história como país para vermos que sempre escolhemos outras maneiras de interagirmos, que não envolvessem comunicação, como “pancadaria da grossa”, futebol ou mesmo casamentos arranjados. Hoje em dia, o português tem sofrido aceleradas mutações, principalmente por causa da juventude, que retirou a “compreensão” à escrita, e dos treinadores de futebol, que retiraram o “sentido” ao discurso. Quem não entra nesta média, por motivos de equilíbrio estatístico, é Cristiano Ronaldo, o português que vai destacado na frente em número de “línguas” com quem fala.
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Apenas versados em dialectos como “franco-português de emigrante regressado para o Natal” ou “pseudo-inglês gritado a turistas nas ruas de Lisboa”, os portugueses têm um grave problema no que toca a comunicar com outros povos. Basta olharmos para a nossa história como país para vermos que sempre escolhemos outras maneiras de interagirmos, que não envolvessem comunicação, como “pancadaria da grossa”, futebol ou mesmo casamentos arranjados. Hoje em dia, o português tem sofrido aceleradas mutações, principalmente por causa da juventude, que retirou a “compreensão” à escrita, e dos treinadores de futebol, que retiraram o “sentido” ao discurso. Quem não entra nesta média, por motivos de equilíbrio estatístico, é Cristiano Ronaldo, o português que vai destacado na frente em número de “línguas” com quem fala.
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Tuesday, October 20, 2009
Gostava tanto de ter voz para cantar...
... e não fazer sofrer quem me ouve.
Não era bonito se eu pudesse abrir a boca, cantar e saísse Sinatra...?
"Were drinking my friend
To the end of a brief episode
So make it one for my baby
And one more for the road"
- Sinatra
Invejo quem tem voz para cantar...
gui
Não era bonito se eu pudesse abrir a boca, cantar e saísse Sinatra...?
"Were drinking my friend
To the end of a brief episode
So make it one for my baby
And one more for the road"
- Sinatra
Invejo quem tem voz para cantar...
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Monday, October 19, 2009
Sabes qual é o teu problema?
“Sabes qual é o teu problema? E isto não é só com as mulheres… O teu problema é o que sofres quando percebes que as pessoas não gostam de ti, da maneira que tu gostas delas.”
Adoro o meu pai. É quem me diz estas coisas. Quem, apesar de ter o seu direito de andar à deriva, me toca nos botões certos. Me diz aquilo que preciso de ouvir.
Não ando bem. Mas também não ando bem porque não quero. Os desgostos amorosos só nos afectam aquilo que deixamos. E comigo é sempre a mesma porcaria.
Se estou apaixonado, não como, não durmo, ando nervoso e temperamental. Se “acaba” “alguma coisa” com “alguém”, não como, não durmo, ando nervoso e irritável. Não tenho paciência para nada. Sinto-me sempre com sono. Um peso mesmo por cima dos olhos que me tira a energia e a sinergia. Um peso que tenho de fazer tanta força para combater.
E porquê? Porque sou argumentista? Sou uma espécie de analista de emoções e possibilidades. Passo os dias a ver o que resulta e o que não resulta. Como reajo e como não reajo. Como penso e como não penso. Mas o pior… o que é e o que poderia ter sido e que não é. Isso é que me corrói.
Fiz asneira. Azar. É a vida. Agora é preciso andar para a frente. Como é que não sei. É que esta merda não passa. É um “contentamento descontente”. Se o tempo cura tudo, é natural que me apeteça hibernar uns mesinhos? Não.
A maneira como eu vou combater isto é simples. E vêm-me de forma natural. Isto aconteceu depois de ter a certeza que as “coisas” com “alguém” tinham definitivamente acabado.
Estou dentro do carro. A chorar. Mas pior, a dar pancada no voltante. Pancada atrás de pancada que me deixam uma dormência latente nas palmas das mãos. O caraças do volante estava a pedi-las. Bati, bati, bati. Chorei. E de repente, parei. Porque pensei: “Tenho de parar de fazer isto… ainda levo com o airbag na testa”.
Soltei um sorriso e senti-me melhor. Não “estou” melhor dias depois, mas aquilo ajudou. Pôs tudo em perspectiva. Acordou-me.
Se há coisa que não quero, é levar com o airbag na testa.
É melhor parar de bater.
Adoro o meu pai. É quem me diz estas coisas. Quem, apesar de ter o seu direito de andar à deriva, me toca nos botões certos. Me diz aquilo que preciso de ouvir.
Não ando bem. Mas também não ando bem porque não quero. Os desgostos amorosos só nos afectam aquilo que deixamos. E comigo é sempre a mesma porcaria.
Se estou apaixonado, não como, não durmo, ando nervoso e temperamental. Se “acaba” “alguma coisa” com “alguém”, não como, não durmo, ando nervoso e irritável. Não tenho paciência para nada. Sinto-me sempre com sono. Um peso mesmo por cima dos olhos que me tira a energia e a sinergia. Um peso que tenho de fazer tanta força para combater.
E porquê? Porque sou argumentista? Sou uma espécie de analista de emoções e possibilidades. Passo os dias a ver o que resulta e o que não resulta. Como reajo e como não reajo. Como penso e como não penso. Mas o pior… o que é e o que poderia ter sido e que não é. Isso é que me corrói.
Fiz asneira. Azar. É a vida. Agora é preciso andar para a frente. Como é que não sei. É que esta merda não passa. É um “contentamento descontente”. Se o tempo cura tudo, é natural que me apeteça hibernar uns mesinhos? Não.
A maneira como eu vou combater isto é simples. E vêm-me de forma natural. Isto aconteceu depois de ter a certeza que as “coisas” com “alguém” tinham definitivamente acabado.
Estou dentro do carro. A chorar. Mas pior, a dar pancada no voltante. Pancada atrás de pancada que me deixam uma dormência latente nas palmas das mãos. O caraças do volante estava a pedi-las. Bati, bati, bati. Chorei. E de repente, parei. Porque pensei: “Tenho de parar de fazer isto… ainda levo com o airbag na testa”.
Soltei um sorriso e senti-me melhor. Não “estou” melhor dias depois, mas aquilo ajudou. Pôs tudo em perspectiva. Acordou-me.
Se há coisa que não quero, é levar com o airbag na testa.
É melhor parar de bater.
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Cristiano Ronaldo figura no Top 30 para a Bola de Ouro e para o Gesso de Ouro
PÉ COXINHO/GF – Foram divulgadas esta semana as três listas mais importantes para o mundo do futebol, e em especial para Cristiano Ronaldo. A primeira é a lista de namoradas de Cristiano para 2010, que este ano vem em forma de lista telefónica de Madrid. A segunda é a lista dos trinta jogadores nomeados para a Bola de Ouro e a terceira, uma novidade para CR 9, os trinta jogadores nomeados para o Gesso de Ouro.
Sem grande surpresa para o bruxo, Ronaldo figura em ambas as listas de trinta nomes. No entanto, se no que toca à Bola de Ouro Cristiano Ronaldo não só já tem a de 2008 em casa, como as mulheres que leva para a cama o apelidam carinhosamente pelo seu “plural”, no caso do Gesso de Ouro, este é um ano de estreias. Na lista dos melhores lesionados de 2009 estão nomes como Ronaldo, Buffon, Del Piero, Gerrard, Fernando Torres e o sempre presente Mantorras, que está para este prémio como o Alberto João está para o governo da Madeira. Os resultados do Gesso de Ouro 2009/10 sairão em breve, ao primeiro acidente de viação, escândalo sexual ou funeral dos próximos dias.
Sem grande surpresa para o bruxo, Ronaldo figura em ambas as listas de trinta nomes. No entanto, se no que toca à Bola de Ouro Cristiano Ronaldo não só já tem a de 2008 em casa, como as mulheres que leva para a cama o apelidam carinhosamente pelo seu “plural”, no caso do Gesso de Ouro, este é um ano de estreias. Na lista dos melhores lesionados de 2009 estão nomes como Ronaldo, Buffon, Del Piero, Gerrard, Fernando Torres e o sempre presente Mantorras, que está para este prémio como o Alberto João está para o governo da Madeira. Os resultados do Gesso de Ouro 2009/10 sairão em breve, ao primeiro acidente de viação, escândalo sexual ou funeral dos próximos dias.
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Manuela F Leite tenta golpe mediático do Menino-do-Balão com Marcelo Rebelo de Sousa
O BALÃO, DO JOÃO/GF – Esta semana, Manuela Ferreira Leite juntou-se com Marcelo Rebelo de Sousa e, depois de duas horas a soprarem para dentro de um balão da Imaginarium, copiaram o caso mediático do americano menino-do-balão.
O esquema era simples: Ferreira Leite lançava um balão nos céus lisboetas, de preferência (e só para chatear) pairando sobre a sede do PS no largo do Rato, gritando que Rebelo de Sousa estaria lá dentro, indefeso e sem António Vitorino para lhe dar a mão ou qualquer tipo de contra-argumento engraçadote. Mas horas depois do pequeno “espectáculo” ter começado, o balão caiu, vazio e descobriu-se Marcelo na cave da sede do PSD, dentro de um caixote cheio de boletins de voto em “segunda mão”. Numa conferência de imprensa Ferreira Leite disse que teria ficado em verdadeiros apuros se perdesse o “seu menino”, mas Rebelo de Sousa explicou que “tinha sido a líder a pedir-lhe para se esconder na cave, que ela queria ver se conseguia que parassem de a mandar embora”. Assim que Marcelo falou, Manuela levantou-se, começou a correr e meteu-se na casa de banho do parlamento, onde começou a gritar: “Olhem que tenho uma bomba…! Eu quero ficar!!!”
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O esquema era simples: Ferreira Leite lançava um balão nos céus lisboetas, de preferência (e só para chatear) pairando sobre a sede do PS no largo do Rato, gritando que Rebelo de Sousa estaria lá dentro, indefeso e sem António Vitorino para lhe dar a mão ou qualquer tipo de contra-argumento engraçadote. Mas horas depois do pequeno “espectáculo” ter começado, o balão caiu, vazio e descobriu-se Marcelo na cave da sede do PSD, dentro de um caixote cheio de boletins de voto em “segunda mão”. Numa conferência de imprensa Ferreira Leite disse que teria ficado em verdadeiros apuros se perdesse o “seu menino”, mas Rebelo de Sousa explicou que “tinha sido a líder a pedir-lhe para se esconder na cave, que ela queria ver se conseguia que parassem de a mandar embora”. Assim que Marcelo falou, Manuela levantou-se, começou a correr e meteu-se na casa de banho do parlamento, onde começou a gritar: “Olhem que tenho uma bomba…! Eu quero ficar!!!”
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Saturday, October 17, 2009
"Me And My Shadow"
Like the wallpaper sticks to the wall
Like the seashore clings to the sea
Like you'll never get rid of your shadow
Frank, you'll never get rid of me
Let all the others fight and fuss
Whatever happens, we've got us.
Me and my shadow
We're closer than pages that stick in a book
We're closer than ripples that play in a brook
Strolling down the avenue
Wherever you find him, you'll find me, just look
Closer than a miser or the bloodhound's to Liza
Me and my shadow
We're closer than smog when it clings to L.A.
We're closer than Bobby is to J.F.K.
Not a soul can bust this team in two
We stick together like glue
And when it's sleeping time
That's when we rise
We start to swing
Swing to the skies
Our clocks don't chime
What a surprise
They ring-a-ding-ding!
Happy New Year!
Me and my shadow
And now to repeat what I said at the start
They'll need a large crowbar to break us apart
We're alone but far from blue
Before we get finished, we'll make the town roar
We'll make all the late spots, and then a few more
We'll wind up at Jilly's right after Toot's Shore
Life is gonna be we-wow-whee!
(Here comes the party!)
For my shadow and me!
(...)
And while we are swinging, to mention a few
We'll drop in at Danny's, The Little Club too
But wind up at Jilly's, whatever we do
Life is gonna be we-wow-whee!
(Wow!)
For my shadow and me!
Friday, October 16, 2009
Beyond the sea
"No more sailing
So long, sailing, sailing, no more sailing
Good-bye, farewell my friend, no more sailing
So long sailing, no more sailing
No more, farewell...
No more sailing"
O meu telefone toca
(Escrito há três dias atrás...)
O meu telefone toca. Vibra. Avisa que recebeu uma mensagem escrita. O que acontece depois? O caraças do caos.
Aquele som repetitivo do telemóvel faz mover, a custo, roldanas repletas de teias de aranha, um mecanismo gigantesco, velho e enferrujado, que se engrena com sons e movimentos em acelerarão. Primeiro pensamento? - Deixa de ser parvo, não é ela.
Não pode ser ela. Não é ela. Esquece. Não é. Porque haveria de ser? Ela tem mais que fazer. Tem uma vida. Trabalho. Obrigações que a impedem de estar de telemóvel na mão. Muito menos a pensar em ti. A escrever para ti. Só tu é que não tens nada para fazer, passas o dia ao pc e para te ocupares, divagas sobre merdas que não existem. Que não fazem sentido. Não é ela.
Depois de me insultar e repreender, ganho uma coragem falsa e cínica e pego no telefone. Quero ver a porra da mensagem. Que não seja ela, então. E não é.
Agora, tenho a razão. Ou pelo menos a parte de mim que gosta de se fazer de forte e pragmática tem razão. Tenho a razão mas não tenho o que queria. Queria que fosse ela. Nesta altura fico como os heróis dos desenhos animados, entre duas paredes que lentamente se fecham sobre mim. De um lado: ainda bem que não é ela, cresce e aparece. Esquece essa merda. Faz algo de útil e produtivo com a tua vida. Deixa de ser parvo. Ninguém gosta de pessoas fracas e inseguras. Ninguém gosta de pessoas que acham que estão apaixonadas. Do outro: porque raio não é ela?!
Segue-se o pior. O telefone tocou. Não era ela. E num pré-esmagamento entre duas paredes, começas a pensar o pior. E se lhe mandasse eu uma sms? Nesta altura, percebes que és, além de parvo e parvo, também parvo. E fraco. E chato. E que ninguém gosta de pessoas que acham que estão apaixonadas. Isto é problema meu. Muito menos dela. Ela não quer saber. Senão tinha sido ela. Não foi ela.
Mandar essa mensagem seria o equivalente técnico a cortar os meus próprios testículos, embalá-los numa caixinha e mandá-los pelo correio. Eu quero ficar com eles, não quero? Ou ainda mais importante, será que ainda os tenho?
Os telemóveis tinham como obrigação aproximar as pessoas. O tanas. Não só nos afastam ainda mais uns dos outros, como de nós próprios. Foi aquele som repetitivo, que me avisou que recebi uma mensagem escrita, que me pôs a discutir comigo próprio.
Aprende a desligar. Não, não é o telemóvel. A cabeça. Aprende a desligá-la ou vais discutir contigo próprio. Não é ela. Não. É. Ela.
Aprende que ninguém gosta de pessoas que acham que estão apaixonadas.
O meu telefone toca. Vibra. Avisa que recebeu uma mensagem escrita. O que acontece depois? O caraças do caos.
Aquele som repetitivo do telemóvel faz mover, a custo, roldanas repletas de teias de aranha, um mecanismo gigantesco, velho e enferrujado, que se engrena com sons e movimentos em acelerarão. Primeiro pensamento? - Deixa de ser parvo, não é ela.
Não pode ser ela. Não é ela. Esquece. Não é. Porque haveria de ser? Ela tem mais que fazer. Tem uma vida. Trabalho. Obrigações que a impedem de estar de telemóvel na mão. Muito menos a pensar em ti. A escrever para ti. Só tu é que não tens nada para fazer, passas o dia ao pc e para te ocupares, divagas sobre merdas que não existem. Que não fazem sentido. Não é ela.
Depois de me insultar e repreender, ganho uma coragem falsa e cínica e pego no telefone. Quero ver a porra da mensagem. Que não seja ela, então. E não é.
Agora, tenho a razão. Ou pelo menos a parte de mim que gosta de se fazer de forte e pragmática tem razão. Tenho a razão mas não tenho o que queria. Queria que fosse ela. Nesta altura fico como os heróis dos desenhos animados, entre duas paredes que lentamente se fecham sobre mim. De um lado: ainda bem que não é ela, cresce e aparece. Esquece essa merda. Faz algo de útil e produtivo com a tua vida. Deixa de ser parvo. Ninguém gosta de pessoas fracas e inseguras. Ninguém gosta de pessoas que acham que estão apaixonadas. Do outro: porque raio não é ela?!
Segue-se o pior. O telefone tocou. Não era ela. E num pré-esmagamento entre duas paredes, começas a pensar o pior. E se lhe mandasse eu uma sms? Nesta altura, percebes que és, além de parvo e parvo, também parvo. E fraco. E chato. E que ninguém gosta de pessoas que acham que estão apaixonadas. Isto é problema meu. Muito menos dela. Ela não quer saber. Senão tinha sido ela. Não foi ela.
Mandar essa mensagem seria o equivalente técnico a cortar os meus próprios testículos, embalá-los numa caixinha e mandá-los pelo correio. Eu quero ficar com eles, não quero? Ou ainda mais importante, será que ainda os tenho?
Os telemóveis tinham como obrigação aproximar as pessoas. O tanas. Não só nos afastam ainda mais uns dos outros, como de nós próprios. Foi aquele som repetitivo, que me avisou que recebi uma mensagem escrita, que me pôs a discutir comigo próprio.
Aprende a desligar. Não, não é o telemóvel. A cabeça. Aprende a desligá-la ou vais discutir contigo próprio. Não é ela. Não. É. Ela.
Aprende que ninguém gosta de pessoas que acham que estão apaixonadas.
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Thursday, October 15, 2009
Verdade absoluta #57
A vida seria muito mais divertida...
... se o Sócrates falasse com os jornalistas como o Maradona fala.
@ my twitter
gui
... se o Sócrates falasse com os jornalistas como o Maradona fala.
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Verdade absoluta
Esta semana talvez tenha exagerado...
O Rafael esta semana deve estar irritado. Quer dizer, mais do que é costume...Como nunca o apresentei decentemente, aproveito para vos mostrar a cara dele, não se vá dar o caso de se cruzarem na rua com ele e vos apetecer partir-lhe uns quantos dentes.
O filme escolhido para a chacina desta semana chama-se "Fanboys - Loucos e Fãs", uma ode ao amor de alguns nerds pelo Star Wars.
“Loucos e Fãs” – um título que teria ainda “virgens e masturbadores” se não ficasse longo demais
CONTRA PICADO/GF – A sensação que eu tive ao ver este filme foi a mesma de estar no centro de um recinto de carrinhos de choque, a ser colhido nos testículos por um carro a toda a velocidade conduzido por Maitê Proença, enquanto o novo gingle do Pingo Doce toca em loop nas colunas do espaço. Para quem não conhece, e é bem mais feliz por isso, o “geek”/”nerd”/”virgem borbulhento” é uma espécie que precisa de ser examinada e explicada para ser percebida. E que fique notado que apenas faço este esforço hercúleo de os explicar porque podemos aprender muito com eles, para por exemplo, sabermos como se pode viver sem luz solar e sem sexo e mesmo assim durar tanto como qualquer outro ser humano. Esta espécie de “humanóide” vive normalmente em caves, ou da casa dos pais ou dos avós; alimenta-se de fast food ou de cereais em caixas coloridas; ouve música mais ou menos pesada e electrónica, de preferência cantada em japonês; não interage com outros seres humanos a não ser através de microfones para coordenar ataques militares em jogos interactivos na internet; e já viu tantas vaginas como o Papa.
São, no fundo, pesos mortos da nossa sociedade que se mexem e respiram o nosso ar apenas para viver em mundos fantasiosos em que naves espaciais levam pessoas de pauzinhos com luz na mão e robes brancos no corpo, para falarem com anões verdes que têm problemas gramaticais. “Loucos e Fãs”, o filme que esta semana me conseguiu provocar icterícia profunda na alma, é uma ode a este estilo de vida. Como os católicos têm o Papa ou os labregos têm a equipa do Benfica, os nerds têm George Lucas e o seu imaginário masturbatório e desnecessário que em nada faz avançar a humanidade. Apenas o mundo dos efeitos especiais. E se um filme precisa de efeitos especiais para ser apreciado, é porque algo de muito errado falta na história. Seres feitos por computador no cinema são uma versão mais avançado do truque de acender um isqueiro para entreter um bebé. Ou seja, se se identificaram com a precisa descrição que fiz no início desta crítica, este filme é sobre vocês, para vocês, com vocês. Quando entrarem na sala para ver o filme, a tela não será um pano branco que passa um filme. Será um gigantesco e freudiano espelho.
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Wednesday, October 14, 2009
Casamentos católicos baixaram 65% nos últimos 10 anos
ESTUDO RECENTE/GF – Continuando um árduo e honesto esforço de trazer pânico e desconfiança para dentro das relações amorosas do nosso país, O Indesmentível traz esta semana um estudo que mostra como os portugueses já não vêem a “aliança” como um anel brilhante a ser colocado na mão esquerda, mas apenas como ”a única coisa que salvará Sócrates no panorama político actual”. Nos últimos 10 anos, menos 65 por cento portugueses optaram por casar “à moda antiga”, ou seja, em igrejas com padres, madrinhas e violência doméstica incluídas. Mais modernos e descomprometidos, agora desprezam o título “casamento” e preferem os termos “namoro”, “união de facto” ou “comilanço na fila de trás do cinema”. Assim sendo, a frase “amor, prometo amar-te e proteger-te, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, até que a morte nos separe” foi definitivamente substituída por uma que versa “amiga colorida, prometo beijar-te e tocar-te, na sala e no quarto, na alegria e na bebedeira, até que a minha secretária nos separe”.
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Monday, October 12, 2009
Um Cristiano Ronaldo púdico assumiu que não acredita em golos antes do mundial
BOAS MANEIRAS/GF – Numa declaração que surpreendeu tudo e principalmente todas, Cristiano Ronaldo assumiu numa conferência de imprensa que não acredita em “golos” antes do “mundial”, mostrando que não é o mesmo homem dentro de campo ou dentro de uma discoteca.“ Eu sabia que o meu filho era um rapaz honesto e respeitador. É um orgulho ser mãe de um menino que só acredita em golos depois do mundial. Sexo? Pode fazer com quem ele quiser, como ele quiser, filmado por quem ele quiser. Mas golos, só faz depois da convocatória. É um anjo…” disse a Dona Dolores, enquanto fazia festinhas numa nota de 500 euros dada pelo seu filho. Nereida, ao ouvir as declarações de Ronaldo, terá gargalhado e dito: “Se vocês o vissem a treinar pénaltis comigo, viam logo que no que toca a meter a bola dentro da baliza, o Cristiano não espera por convocatória nenhuma.” Confusa, a população mundial feminina espera agora que Cristiano explique se as suas declarações eram uma metáfora, um desabafo ou apenas um ensaio para mais um anúncio da Linic.
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Milhares de familiares da mosca morta por Obama contestam atribuição do Nobel
MOSCA MORTA/GF – Enquanto que a reacção de Obama foi “uauuuu”, a reacção das milhares de moscas, familiares ainda de luto pela irmã morta por Obama numa entrevista recente, foi uma valente cuspidela das fezes que tinham na boca na altura. Indignada, a família da “mosca mártir” já iniciou um protesto que prometem ser “chato, moroso e carregado de zumbidos” para defender a memória da falecida irmã e abrir os olhos do mundo para o “Hitler dos insectos voadores que é o Presidente norte-americano”. As acções de protesto serão diferenciadas, variadas e constantes e constam de actividades como: mergulhos kamikazes para sopas, vigílias intermináveis durante o sono de Obama e recusa de comer fezes do cão de água português da família do Presidente. Caso este esforço épico e sentido contra a escolha do Nobel da Paz não resulte, a descendência da mosca já prometeu “chamar os nossos primos, os mosquitos, que esses não só ladram, como mordem!”. Obama preferiu não comentar estes protestos, mas mandou trocar todas a lâmpadas da Casa Branca por luzes roxas, entrando num estado declarado de guerra fria.
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Thursday, October 08, 2009
Ideias soltas escritas durante um torneio de poker
- É frustrante estar 10 horas a ver jogar poker e não tocar em cartas. Sinto-me um anjo numa orgia.
- O barulho das fichas é constante. Um tinir pequeno e repetitivo durante horas. Se fecharem os olhos ou estão num torneio de poker ou num barco carregado de escravos.
- Há poucas mulheres a jogar, talvez uma por mesa, mas há mais do lado de fora, à espera que o seu companheiro jogue. 10 horas. Se tudo correr bem, 2 dias (16 horas). Eu percebo que queiram ir fazer compras à H&M, mas tanto tempo sentadas a ver pessoas a jogar poker? Isso não é “amor”, é “esperar que saia o resultado do euro-milhões”.
- Mulheres a jogar são 10%. O que é uma pena. É sempre agradável ter uma senhora a jogar numa mesa. E verdade seja dita, elas têm tudo para ganhar mais que os homens. Basta levarem decote preponderante ou falarem do naipe de “paus” de forma mais “provocante” que provavelmente já estão a eliminar metade de mesa.
- Os famosos "Chip protector’s" são brinquedinhos, objectos pequenos, da sorte, que os jogadores levam para proteger as fichas. Amigos, o que protege as fichas são três coisas: jogar bem, ter cartas e ser esperto. Não é um cromo de um bolicau de 1997 que vocês comeram depois de terem tido 100% num teste da tabuada que vos faz ganhar. Larguem isso, seus supersticiosos inseguros.
- Quando um jogador é eliminado num all-in a mesa bate palmas. Mas são as palmas mais falsas e com falta de ânimo que eu já vi. Nunca são palmas “parabéns, jogaste bem mas perdeste o que é uma pena” com vigor e alento. São palmas “ufa, vai lá embora que quero começar a bluffar” com falta de energia e sem compaixão.
- Se no futebol existisse o respeito pelo árbitro que há no poker pelo “floor manager” em Portugal haviam menos 7 jornais desportivos, 16 programas de comentário sobre futebol e menos 351 fóruns de opinião na rádio. Estes homens são deuses que resolvem as questões dos comuns mortais. Se houver qualquer tipo de dúvida, ele resolve. E ninguém se queixa. “O movimento foi contínuo, sem paragens, indicativo de all-in? Então não há dúvidas da intenção do jogador. Para lá da linha, mão na ficha é all-in indiscutível.”
- É comum os jogadores de poker estarem de headphones colocados durante o torneio. Embora pareça que estão a ouvir música isso é um engano. Estão a ouvir uma gravação da própria voz a dizer: “Tu vais ganhar, tu vais ganhar, tu vais ganhar! Sim, full house ganha a sequência! Tu vais ganhar… se perderes não chores lembra-te!”.
- Os óculos escuros não têm nada que saber. Não tem a ver com o olhar ou a possibilidade de se ver o decote da mulher da mesa durante minutos seguidos. É uma clara e sentida homenagem a Pedro Abrunhosa, um homem que anda a fazer bluff com a própria carreira há anos e anos.
- O barulho das fichas é constante. Um tinir pequeno e repetitivo durante horas. Se fecharem os olhos ou estão num torneio de poker ou num barco carregado de escravos.
- Há poucas mulheres a jogar, talvez uma por mesa, mas há mais do lado de fora, à espera que o seu companheiro jogue. 10 horas. Se tudo correr bem, 2 dias (16 horas). Eu percebo que queiram ir fazer compras à H&M, mas tanto tempo sentadas a ver pessoas a jogar poker? Isso não é “amor”, é “esperar que saia o resultado do euro-milhões”.
- Mulheres a jogar são 10%. O que é uma pena. É sempre agradável ter uma senhora a jogar numa mesa. E verdade seja dita, elas têm tudo para ganhar mais que os homens. Basta levarem decote preponderante ou falarem do naipe de “paus” de forma mais “provocante” que provavelmente já estão a eliminar metade de mesa.
- Os famosos "Chip protector’s" são brinquedinhos, objectos pequenos, da sorte, que os jogadores levam para proteger as fichas. Amigos, o que protege as fichas são três coisas: jogar bem, ter cartas e ser esperto. Não é um cromo de um bolicau de 1997 que vocês comeram depois de terem tido 100% num teste da tabuada que vos faz ganhar. Larguem isso, seus supersticiosos inseguros.
- Quando um jogador é eliminado num all-in a mesa bate palmas. Mas são as palmas mais falsas e com falta de ânimo que eu já vi. Nunca são palmas “parabéns, jogaste bem mas perdeste o que é uma pena” com vigor e alento. São palmas “ufa, vai lá embora que quero começar a bluffar” com falta de energia e sem compaixão.
- Se no futebol existisse o respeito pelo árbitro que há no poker pelo “floor manager” em Portugal haviam menos 7 jornais desportivos, 16 programas de comentário sobre futebol e menos 351 fóruns de opinião na rádio. Estes homens são deuses que resolvem as questões dos comuns mortais. Se houver qualquer tipo de dúvida, ele resolve. E ninguém se queixa. “O movimento foi contínuo, sem paragens, indicativo de all-in? Então não há dúvidas da intenção do jogador. Para lá da linha, mão na ficha é all-in indiscutível.”
- É comum os jogadores de poker estarem de headphones colocados durante o torneio. Embora pareça que estão a ouvir música isso é um engano. Estão a ouvir uma gravação da própria voz a dizer: “Tu vais ganhar, tu vais ganhar, tu vais ganhar! Sim, full house ganha a sequência! Tu vais ganhar… se perderes não chores lembra-te!”.
- Os óculos escuros não têm nada que saber. Não tem a ver com o olhar ou a possibilidade de se ver o decote da mulher da mesa durante minutos seguidos. É uma clara e sentida homenagem a Pedro Abrunhosa, um homem que anda a fazer bluff com a própria carreira há anos e anos.
Contra Picado e a estreia da semana
“Órfã” – é como ficou a nota com que paguei o bilhete para istoCONTRA PICADO/GF – A sensação que eu tive ao ver este filme foi a mesma de estar no meio da auto-estrada A1, sentido norte-sul, enrolado em papel celofan, deitado de cara para baixo numa poça de água na faixa de aceleração, enquanto um choque em cadeia de 37 carros se dirige na minha direcção. “Órfã” é um filme que tem tanto de acentos no título como de disparates na sua produção. “Nosferatu” era terror. Isto não é. “Les Diaboliques” era terror. Isto não é. “Titanic” era terror (pelas razões erradas, certo). Isto não é. Terror não é pôr uma menina com cara de má a fazer asneiras. Para isso já temos a Fátima Felgueiras todos os dias nos telejornais.
Terror é a programação da televisão nacional ou todo e qualquer segundo do programa Ídolos. É preciso compreender-se a sociedade, o Homem, para se saber o que o assusta. Os americanos conhecem tanto da humanidade como um hippie conhece produtos de higiene pessoal. Julgam que monstros, robots ou meninas com cara de má assustam as pessoas, quando não podiam estar mais longe da verdade. Não é uma menina mal comportada que nos agarra à cadeira de medo. Quanto muito faz-nos agarrar na cadeira para lha partirmos no lombo. O que este filme mostra é que os Americanos não sabem educar as crianças que têm em casa. Depois dos terroristas, dos alien’s, das cartas no correio, dos pedófilos, dos e-mails e dos seus animais de estimação, agora têm medo dos próprios filhos. Não tenham medos dos vossos filhos. Tenham medo das equipas cinematográficas que vos andam a contaminar com mensagens de alarmismo. Tenham medo de realizadores que realizaram a “Casa de Cera” com a Paris Hilton e não foram abatidos depois. A única coisa que este filme prova ao espectador é que a América se sabe fazer terror. Mas terror inadvertido. Acidental. E perigoso. É que nada me assustou mais aqui que a possibilidade disto ter uma sequela. Arrepio.
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Wednesday, October 07, 2009
Estudo revela que 1 em cada 3 mulheres admite já ter bisbilhotado o telemóvel do parceiro
ESTUDO RECENTE/GF – Antes de agarrar no seu telemóvel e de começar a apagar as suas mensagens como um Presidente da República apaga os seus e-mails, fique sabendo que você está seguro. Pelo menos, enquanto estiver solteiro. Uma em cada três mulheres admitiu ter bisbilhotado as mensagens do parceiro, o que nos provocou tanto interesse como a palavra “bisbilhotar” nos dá gozo dizer. Levanta-se então o mito de que os homens são mais “esquecidos”. Assim, sempre que “deixam” o telemóvel em qualquer lado ou se “esquecem” da password inserida no seu portátil, é provável que haja uma mulher por trás dessa “falta de memória”. O que os homens ainda não sabem é que O Indesmentível tem em sua posse um outro estudo. 35% das mulheres entre os 16 e os 25 anos admitiram ainda guardar fotos comprometedoras no telemóvel. Parece que para haver harmonia numa relação amorosa, quer a nível emocional, quer a nível sexual, é preciso haver bastante fidelidade ao parceiro mas muito pouca à operadora de telemóvel.
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Monday, October 05, 2009
PROCURA-SE: Desapareceu de sua casa a coluna vertebral de Santana Lopes
PERDIDOS E ACHADOS/GF – Vista pela última vez no dorso do candidato à Câmara Municipal de Lisboa, a espinha de Santana Lopes continua desaparecida desde o início de Setembro deste ano.Foi vista pela última vez, vagamente e sem grandes certezas de de facto ainda lá estar, quando o ex-namorado de Cinha Jardim assumiu concorrer a Lisboa e ter sido barrado uma vez no Lux. Mais tarde, quando Santana Lopes elogiou a campanha de Sócrates e começou a fugir de Manuela Ferreira Leite (ainda não entra na mesma sala ou no mesmo elevador que a quase-ex-líder) a espinha dorsal de Santana Lopes deixou de ser vista. Vestia na altura do desaparecimento um ex-Primeiro Ministro mas supõe-se que agora estará bastante nua.Analistas e investigadores mantêm a sua principal suspeita para o paradeiro da espinha desaparecida. Os técnicos especializados acham que esta foi raptada por uma rede de tráfico de espinhas, a mesma rede que terá levado a espinha da deputada Zita Seabra e do futebolista, agora portista, Cristian Rodriguez.
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Paulo Bento vai propor trocar de lugar com Manuela Ferreira Leite
JOGO DAS CADEIRAS/GF – Depois de mais um empate para o campeonato, Paulo Bento vê-se numa situação complicada no que toca a ser campeão com o Sporting e a manter-se vivo quando passa pela zona de Alvalade.Depois de analisar a complicada situação em que se encontra e perceber que não pode pôr um losango em lado nenhum, reparou que a Manuela Ferreira Leite estava com a cabeça tão a prémio quanto ele próprio e se lembrou de ligar à (ainda mas por pouco) líder do PSD a propor a troca de lugares. Paulo Bento explicou o porquê da sua ideia: “A Manuela Ferreira Leite é ideal para treinar o Sporting. Tem um penteado quase tão estranho como o meu e no que toca à equipa que dirige, tem tanta falta de estrelas como o Sporting. Eu no PSD aplico o meu losango com o Pacheco Pereira, o Passos Coelho, o Marcelo, na ponta o Rangel, e ganho já essa Taça Autárquica”. Se Manuela Ferreira Leite recusar, Paulo Bento planeia fazer a mesma proposta a uma das assistentes do “Preço Certo em Euros”.
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Sunday, October 04, 2009
O meu fim-de-semana. A dois tempos.
Relato do meu fim-de-semana para jogadores de Poker:
Não entrei no torneio principal Solverde do casino de Vilamoura. Entrada de 110 euros. Não sou bom o suficiente para tal e, parecendo que não mas também sendo importante, não tenho dinheiro suficiente para tal.
Entrei na “Festa do Poker”, um event mais pequeno de entrada de 25 euros, só jogado no domingo. Os níveis eram de 15 minutos, as blinds subiam mais depressa e o ar da sala era lentamente cortado até algumas pessoas sufocarem e morrerem. Era all-in quando possível ou não tinha fichas sequer para as blinds. É o que dá fazer-se um torneio numa tarde.
Vi cartas 13 vezes. Tive mão para ir a jogo 2 vezes. Na primeira eu era big blind. “K 5”. Ninguém sobe, no flop sai “Q 7 7”. Fiz um bluff desgraçado e ganhei a mão. Viva eu.
Na segunda (e última mão) que joguei tinha “A K”. Estou duas posições antes do dealer. Boa posição. Subo. A Big Blind faz re-raise. Eu faço re-re-raise dobrando a aposta dele. Ele faz all in. Eu faço call. Ele vira… “A A”. Dominado e com o dinheiro todo na mesa, fui com os porcos.
Foi uma boa experiência, apesar de curta e acelerada. Para a próxima já sei. Pré-flop, se tiver “A K” faço fold.
Ou então não.
Relato do meu fim-de-semana para vulgos mortais que percebem tanto de poker como de arquitectura do início do século XIV:
Dos dois torneios deste fim-de-semana no casino de Vilamoura, num pagava-se 110 euros para entrar e no outro apenas 25 euros. Eu não sou bom jogador o suficiente para o grande… apesar de pagar 9.000 euros de prémio.
Entrei no torneio mais pequeno, menos gente, menos dinheiro e menos tempo. Era muito mais acelerado, o que me obrigava a ganhar mãos mais depressa senão não conseguia ficar em jogo. Ou duplicava o dinheiro rapidamente, ou me punha no carro de volta para Lisboa.
Recebi cartas 13 vezes, o que é tanto como uma relação sexual durar 2,5 segundos. Só duas vezes tinha boas cartas para jogar. A primeira apostei sem ter nada. A mesa acredita na minha bela cara de poker e foge como o Cavaco de um e-mail. Eu passo por esperto e ainda fico com dinheiro. Viva eu.
A segunda mão foi o que se chama… mau timming do c*r*lh*. Tinha a quarta melhor mão possível (mais ou menos) e apostei. O outro jogador obrigou-me a pôr o dinheiro todo e eu fui atrás dele. Ele tinha a melhor mão possível. Ganhou.
Gostei de lá ir por várias razões. Porque há jogadores de poker que têm namoradas giras demais. Porque me diverti. Porque é uma experiência de vida engraçada. Porque tenho mais uma história de vida para contar aos meus netos.
A repetir...?
Não entrei no torneio principal Solverde do casino de Vilamoura. Entrada de 110 euros. Não sou bom o suficiente para tal e, parecendo que não mas também sendo importante, não tenho dinheiro suficiente para tal.
Entrei na “Festa do Poker”, um event mais pequeno de entrada de 25 euros, só jogado no domingo. Os níveis eram de 15 minutos, as blinds subiam mais depressa e o ar da sala era lentamente cortado até algumas pessoas sufocarem e morrerem. Era all-in quando possível ou não tinha fichas sequer para as blinds. É o que dá fazer-se um torneio numa tarde.
Vi cartas 13 vezes. Tive mão para ir a jogo 2 vezes. Na primeira eu era big blind. “K 5”. Ninguém sobe, no flop sai “Q 7 7”. Fiz um bluff desgraçado e ganhei a mão. Viva eu.
Na segunda (e última mão) que joguei tinha “A K”. Estou duas posições antes do dealer. Boa posição. Subo. A Big Blind faz re-raise. Eu faço re-re-raise dobrando a aposta dele. Ele faz all in. Eu faço call. Ele vira… “A A”. Dominado e com o dinheiro todo na mesa, fui com os porcos.
Foi uma boa experiência, apesar de curta e acelerada. Para a próxima já sei. Pré-flop, se tiver “A K” faço fold.
Ou então não.
Relato do meu fim-de-semana para vulgos mortais que percebem tanto de poker como de arquitectura do início do século XIV:
Dos dois torneios deste fim-de-semana no casino de Vilamoura, num pagava-se 110 euros para entrar e no outro apenas 25 euros. Eu não sou bom jogador o suficiente para o grande… apesar de pagar 9.000 euros de prémio.
Entrei no torneio mais pequeno, menos gente, menos dinheiro e menos tempo. Era muito mais acelerado, o que me obrigava a ganhar mãos mais depressa senão não conseguia ficar em jogo. Ou duplicava o dinheiro rapidamente, ou me punha no carro de volta para Lisboa.
Recebi cartas 13 vezes, o que é tanto como uma relação sexual durar 2,5 segundos. Só duas vezes tinha boas cartas para jogar. A primeira apostei sem ter nada. A mesa acredita na minha bela cara de poker e foge como o Cavaco de um e-mail. Eu passo por esperto e ainda fico com dinheiro. Viva eu.
A segunda mão foi o que se chama… mau timming do c*r*lh*. Tinha a quarta melhor mão possível (mais ou menos) e apostei. O outro jogador obrigou-me a pôr o dinheiro todo e eu fui atrás dele. Ele tinha a melhor mão possível. Ganhou.
Gostei de lá ir por várias razões. Porque há jogadores de poker que têm namoradas giras demais. Porque me diverti. Porque é uma experiência de vida engraçada. Porque tenho mais uma história de vida para contar aos meus netos.
A repetir...?
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Saturday, October 03, 2009
Fim de semana diferente
Fim de semana diferente.
Algarve. Vilamoura. Poker. Torneio Solverde.
Volto segunda ou completamente pobre ou estupidamente pobre.
Wish me luck...
Algarve. Vilamoura. Poker. Torneio Solverde.
Volto segunda ou completamente pobre ou estupidamente pobre.
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Thursday, October 01, 2009
Desabafo
I’m going to the tell you the problem about thinking.
Thinking sucks. It’s bad. Actually, it’s not bad. It’s the worst. It’s a fucking nightmare.
Thinking only leads to problems. You can plan, organize, analyze. But please, put you’re whole force and will so you don’t think. Thinking doesn’t produce results. It doesn’t take you anywhere. Planning does. Organizing does. Analyzing does. Thinking doesn’t. Thinking is what you do when you’re scared, insecure or just going mad. Thinking is what you do when you’re completely alone. Not from people or the world. But from emotions.
If you think too much about sex, you can’t do it.
If you think too much about how you look, you end up anorectic.
If you think too much about someone, you can't find yourself.
If you think too much about thinking, you become obsessed.
That’s the problem with thinking. Obsession. That is the worst. It’s like a spiral, going round and round, that makes you mad, dizzy and sick. And that spiral doesn’t end. It’s the longest, hardest, strongest avalanche you can get hit by.
If you have emotions, that can lead you. Doesn’t matter where, it can be good, bad or just plain fucking normal. But it takes somewhere. Thinking glues you to the fucking spot. You’re basically dead, when you think. You’re not doing, feeling or living, when you think. You’re pausing you’re life and just trying to understand it. You can’t understand it. You can only live it. Don’t think about it. Just don’t.
See this? These words put together here? It’s me, thinking about thinking. I shouldn’t have done it...
What was I thinking?
Thinking sucks. It’s bad. Actually, it’s not bad. It’s the worst. It’s a fucking nightmare.
Thinking only leads to problems. You can plan, organize, analyze. But please, put you’re whole force and will so you don’t think. Thinking doesn’t produce results. It doesn’t take you anywhere. Planning does. Organizing does. Analyzing does. Thinking doesn’t. Thinking is what you do when you’re scared, insecure or just going mad. Thinking is what you do when you’re completely alone. Not from people or the world. But from emotions.
If you think too much about sex, you can’t do it.
If you think too much about how you look, you end up anorectic.
If you think too much about someone, you can't find yourself.
If you think too much about thinking, you become obsessed.
That’s the problem with thinking. Obsession. That is the worst. It’s like a spiral, going round and round, that makes you mad, dizzy and sick. And that spiral doesn’t end. It’s the longest, hardest, strongest avalanche you can get hit by.
If you have emotions, that can lead you. Doesn’t matter where, it can be good, bad or just plain fucking normal. But it takes somewhere. Thinking glues you to the fucking spot. You’re basically dead, when you think. You’re not doing, feeling or living, when you think. You’re pausing you’re life and just trying to understand it. You can’t understand it. You can only live it. Don’t think about it. Just don’t.
See this? These words put together here? It’s me, thinking about thinking. I shouldn’t have done it...
What was I thinking?
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Esta semana, Rafael desanca "Fama"
Rafael Contra esta semana "critica" o remake da série dos anos 80, "Fama".“Fama” – seria bastante melhor se ao menos o filme ficasse pelos 15 minutos
CONTRA PICADO/GF – A sensação que eu tive ao ver este filme foi a mesma de ser domingo de eleições e eu estar a ver o “Partido do Governo” ganhar mais 4 anos de controlo, o CDS duplicar a sua força e o seu snobismo, e mesmo que o meu partido duplique o número de deputados e o Pacheco Pereira tenha desaparecido durante horas, isso não ajudar em nada. Tudo isto ao som da Carvalhesa em carros de campanha desafinados. Há pais que não sabem educar os filhos. Quando eles pedem, esses pais dão. Hollywood, não só é mau pai, como ainda consegue ser pior mãe. A juventude mundial quer ser famosa, aparecer, que olhem para ela? Hollywood faz um filme de duas horas sobre como isso pode acontecer. O objectivo deste filme é claro. Não é melhorar a cultura da sociedade criando melhores dançarinos e/ou cantores. É criar exércitos de Paris Hilton’s, vestidos de cor-de-rosa e a filmarem-se em actos sexuais. É apenas isso que a sociedade quer, aparecer. Se medirem bem o nível de desespero dos adolescentes hoje em dia, percebem rapidamente que estamos a um mero passo de termos uma faixa etária (e otária) inteira a encher casas de banho que nem rejuvenescidos Maneis Subtil. Lembram-se? O senhor que se fechou no wc dos homens da RTP a gritar “tenho uma bomba”? Todos querem os seus 15 minutos de “Fama” o que apenas mostra uma sociedade moralmente morta, em que conta apenas em quantos canais de televisão se aparece ao mesmo tempo. Melhor só se em horário nobre. E com pouca roupa. “Fama” de Kevin Tancharoen não é mais que os programas “Big Brother”, “Ídolos” e “Doutor, Preciso de Ajuda” colocados numa misturadora e cuspidos com lantejolas, para serem “mais bonitos”. O cinema não pode fazer festinhas nas carências de afectividade e atenção da nossa juventude. Para isso já existe a programação por cabo e o Facebook. O cinema tem de lhe abrir os olhos, fazê-lo reviver a dura realidade, tirá-lo do seu berço de ouro, “desmimá-lo” e atirá-lo para um país com desemprego, um défice enorme e um crescente número de deputados do CDS. Parem esta juventude enquanto é tempo. Parem-na antes que acabem todos, sem excepção, num site chamado “HI5 porcas”. Com direito a venda de alma ao diabo incluída.
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Wednesday, September 30, 2009
E - Mai l
O Cavaco diz "i-meilis", o Alberto João "e-méls"...
...antes de falarmos de escutas, podemos aprender a dizer "e-mail"?
gui
...antes de falarmos de escutas, podemos aprender a dizer "e-mail"?
gui
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Estudo indica que 20% da população mundial sofre de depressão
ESTUDO RECENTE/GF – Depois das calças de ganga com corte descaído, do Hip-Hop e dos produtos biológicos em saladas, parece que a nova moda a adoptar a nível mundial é a “depressão profunda”.Segundo investigação d’O Indesmentível, a fácil e crescente propagação da doença deve-se ao seu elevado nível de contágio. Aparentemente tudo começa com uma má notícia recebida normalmente. Essa mesma má notícia é depois comunicada a uma porteira de prédio, da porteira passa para uma cabeleireira, depois para um enviado de uma revista cor-de-rosa, depois para um programa da tarde da TVI, depois para o Telejornal da TVI e, eventualmente, acabará como um caso polémico contra o Primeiro-Ministro. Com um ritmo alucinante, uma pequena e efémera má notícia passa de um portador, para 10 milhões. Em Portugal especificamente, a depressão aumentou recentemente quando os resultados de domingo nas eleições conseguiram fazer disparar o número de deprimidos que nem o homem bala do “Circo Chen”.
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Monday, September 28, 2009
Ontem Júri dos Ídolos avaliou portugueses a votar
URNAS/GF – Num esforço para começarem já a treinar para o programa a estrear em breve na SIC, o novo júri dos Ídolos aproveitou o domingo de eleições para pôr a veia crítica em dia, comentando, avaliando e “achincalhando” os portugueses que foram votar.Sentados na mesa da urna e recebendo os eleitores um a um, os quatro cavaleiros do apocalipse musical foram comentado a prestação de cada português. “O mais comum é virem desleixados. Não trazem caneta, não dobram a folha em quatro convenientemente, deixam tudo torto e assimétrico. Uma vergonha”, disse Pedro Boucherie Mendes, enquanto chorava por ter deixado a FHM pelos Ídolos. “Alguns esforçam-se demais e exageram em tudo. Cruzes demasiado grandes, falta de espontaneidade ao entregar o cartão de eleitor, roupas com lantejoulas… Nunca se sabe o que nos vai entrar por aquela porta e muito menos por esta urna” comentou Manuel Moura dos Santos, que apenas aceitou participar nos Ídolos porque ainda tem 17 prestações de um carro para pagar. A única surpresa deste domingo de eleições parece ter sido a total falta de asfixia política, apesar de vários portugueses terem “desafinado”.
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Manuela Ferreira Leite tenta truque do Bolo-Rei de Cavaco mas engasga-se
HEIMLICH/GF – Depois de serem divulgados os resultados das eleições de ontem, passaram 50 minutos até que alguém do PSD, ou até mesmo Maria José Nogueira Pinto, dissessem uma palavra que fosse, deixando à espera jornalistas, militantes e uma claque barulhenta que dá pelo nome de JSD.Enquanto que no BE se nacionalizava o resultado, no CDS-PP se penteava Paulo Portas, na CDU se compravam terrenos no Alentejo e no PS se pedia a Sócrates para parar de atirar Magalhães pelo ar, nos bastidores da sede de campanha do PSD, Manuela Ferreira Leite tentava imitar Cavaco. “Assim que se percebeu que o PSD tinha perdido as eleições, Ferreira Leite tirou um pedaço de Bolo-Rei da mala, trincou-o e, ao invés de ficar apenas de boca cheia, deu um novo significado ao termo asfixia democrática, mudando-o para engasgo democrático” relatou Paulo Rangel, quando já ia a meio do processo de venda da sua cadeira no Parlamento Europeu. Com os efeitos físicos do “engasgo” a líder Laranja passou da sua cor natural, o cinzento, para azul, verde, roxo, um leve tom de beje, acabando segundos depois totalmente vermelha. Espera-se agora que, pelo menos até às autárquicas, o pedaço de Bolo-Rei fique alojado no esófago de Ferreira Leite.
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Friday, September 25, 2009
"I wanna get better"
O primeiro episódio, por muito que me digam, não é bom.
As primeiras séries eram banais. Eram.
A rotina tornou-se monótona. A monotonia tornou-se a rotina. Toda a gente sabia a porra da estrutura de um episódio de "House".
Toda a gente sabia quem eram as personagens, o que iam fazer, como e quando.
Toda a gente sabia que ele no último segundo tinha um epifania e descobria tudo.
Até as piadas se tornaram insonsas.
Depois veio a 4ª série. Uma verdadeira vontade de renovar. Rearrumar a casa.
Novas caras, pôs-se de lado a importância das antigas.
Depois veio a 5ª série. A vontade de renovar a série ganhou uma força maior. Uma lufada de ar fresco. Rearrumar a casa já estava feito. Era preciso rearrumar a personagem principal.
Depois de se lavarem as personagens secundárias à máquina, atacou-se o fundo de House. Num brilhante season finale da 4ª série para a quinta percebeu-se isso. Com os "devarios psicológicos" de House durante a 5ª série, confirmou-se.
A equipa que nos traz "House M.D." teve testículos, visão e bom senso e percebeu que a série precisava de evoluir.
Senhoras e senhores, o primeiro episódio da sexta série do House, é, sem dúvida, dos melhores minutos de televisão que eu já vi. Com um início de série em grande (uma hora e meia faz do episódio mais uma longa metragem que um episódio) House está de volta. E como nunca esteve alguma vez.
Não é com uma ideia que se fica na história.
Não é com actores fantásticos que se fica na história.
Não é com piadas muito boas que se fica na história.
Fica-se na história com a evolução. Com o crescimento.
"House M.D." está na história.
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Há frases que não podiam ser mais verdadeiras
"Thinking sucks..."
- Alvie ("House": season 6, eps 1)
- Alvie ("House": season 6, eps 1)
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Thursday, September 24, 2009
Do Contra, esta semana
Se Rafael Contra já não gosta de ficção científica...... imaginem o que disse da estreia desta semana.
“Distrito 9” – Uma espécie de “Zona J” mas em versão nerd e má
CONTRA PICADO/GF – A sensação que eu tive ao ver este filme foi a mesma de estar num hospício Venezuelano, a receber um tratamento de choques intensivo dado pelo Steve Jobs, Bill Gates e George W. Bush, enquanto todos, em coro, recitavam o blog do Pacheco Pereira. Coitadinhos dos nerd’s que há meses, desde da estreia de “Star Trek”, que não tinham razão para largar os computadores, saírem da cave das mães e irem ao cinema. Finalmente tem aqui aliens, naves, conspirações e híbridos humanóides para se masturbarem intelectualmente. No mínimo. Não chegaram séries dos Ficheiros Secretos, livros sobre a “Área 51” e a cidade do Entroncamento para saciarem a vossa sede de alienígenas? De que serve pegar em mais uma história de invasões extra-terrestres e fazer um filme? É que ainda por cima, esta narrativa não só é um cliché, como é arrogante. Em “Distrito 9” acha-se que se alguém nos visitar, fazemos deles nossos prisioneiros e não ao contrário. É a arrogância americana a fazer-se valer através do seu cinema de propaganda. Se alguém nos invadisse, bastava-lhe abanar um Mac Menu em frente dos vossos olhos para que lhe obedecessem. Andamo-nos a enganar. Os governos aos seus cidadãos e os estúdios americanos aos seus espectadores. “Distrito 9” não traz absolutamente nada de novo ao cinema como um filme pornográfico não traz nada de novo ao mundo dos tarados sexuais. É apenas a satisfação infantil e subconsciente de um prazer desnecessário de uma juventude adormecida. Vejam cinema sobre o que interessa. O “amor” incompreendido de Fassbinder. A fatalista “mente humana” de Bergman. A nostalgia e pureza da “infância” de Manuel Oliveira. Não vejam “bichos verdes e grandes a bater em humanos” de Neill Blomkamp. Um realizador que tem tanto de falta de visão como de “l’s” e “m’s” no nome. Querem ver “Distrito 9”, não vos prendo. Aviso-vos apenas que é uma versão americanizada, vazia e paranóica do filme “Zona J”, de Leonel Vieira.
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Wednesday, September 23, 2009
Estudo revela que abstenção nestas eleições será de 35%
ESTUDO RECENTE/GF – Se pegarmos em todas as sondagens feitas até agora, colocarmos dentro de uma Bimby, carregarmos “Iniciar” e esperarmos 15 minutos, teremos como resultado não só um maravilhoso bacalhau com natas, como também uma abstenção esperada de 35%. A verificar-se este número isso quer dizer que 1 em cada 3 portugueses não vai votar no domingo mostrando que, para esta percentagem de pessoas, votar é uma prioridade tão grande como cortar as unhas dos pés. No entanto, a surpresa nos resultados eleitorais não virá dos “apáticos” mas sim dos “indecisos”. Com 15% de pessoas indecisas à espera de respostas sobre em quem votar, podemos estar, neste últimos dias de campanha, à beira de mais casos polémicos, assessores com a mania da perseguição ou, quem sabe, alguma nudez.
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Tuesday, September 22, 2009
Porto, a cidade que sofre de complexo de “segundo-filho”
Não me perguntem como me lembrei disto, porque não sei. Mas sendo eu o mais velho dos meus irmãos e tendo um carinho enorme por eles, isto apareceu na minha cabeça.
O mais velho de uma família, o primeiro filho, está normalmente mais adormecido, controlado, ameno que os outros. Não é que não tenha personalidade, é apenas mais discreto. Teve mais atenção, quer os pais queiram, quer não. Um segundo filho tem de se “mostrar”, tem linhas básicas, passos já dados, que tem de contornar. Tem um caminho já desbastado que tem de furar. É por isso que os segundos são de extremos, tem de se diferenciar do anterior. Há séculos atrás, o primogénito era quem iria gerir o dinheiro e as terras do pai. O segundo? Ou ia para padre ou para soldado. Os extremos. Ou lutas até à morte ou espalhas a palavra do Senhor, de paz e amor. Os irmãos do meio são sempre o primeiro, levado até ao limite.
Não sei porquê, sendo que o Porto nasceu primeiro que Lisboa, mas são os do norte que sofrem do Síndrome de “Segundo-filho”. Deve ser porque Lisboa é a capital, o centro político, o centro burocrático e legislativo. O centro das atenções e decisões. Deve ser por isso que no norte, se sentem o “segundo”. O “segundo filho”. Se virem as pessoas no Porto, são puras. São honestas. São extremos. No Porto ou são os vossos melhores amigos de sempre, ou estão a tentar tirar-vos os dentes ao pontapé. Ou estendem a mão a um desconhecido, ou lhe acertam na cara. Com força. Olhem a Francesinha. É óptima mas é demais. Um prato com 14 tipos de comidas diferentes? Olhem as mulheres no porto. Ou são lindas de morrer, ou exageram a cada risco nos olhos. O Norte tem as mulheres mais bonitas do país. Mas também as mais feias.
Como todos o segundos filhos, o Porto ou é genial ou um total falhado. Ou é inspirador ou criminoso. Ou têm carros de luxo pelas ruas, ou crianças descalças a correr pelo rio. O fosso é muito maior. Simplesmente porque se querem distinguir. Sobressair. Eu entendo a “arrogância” latente nestas palavras. Dizer-se que o Porto é como é porque “não é Lisboa” é assumir que eles vivem para nós. Eu não sinto isso. Não é uma questão de “acção-reacção”. É simplesmente uma coabitação inconsciente. Saudável, porque nos dá personalidades distantes. Chata, porque nos faz discutir mais do que devíamos. Apaixonante, porque faz de nós um país vivo. E totalmente aleatória, porque ninguém escolhe os pais… nem controla quando nasce.
O mais velho de uma família, o primeiro filho, está normalmente mais adormecido, controlado, ameno que os outros. Não é que não tenha personalidade, é apenas mais discreto. Teve mais atenção, quer os pais queiram, quer não. Um segundo filho tem de se “mostrar”, tem linhas básicas, passos já dados, que tem de contornar. Tem um caminho já desbastado que tem de furar. É por isso que os segundos são de extremos, tem de se diferenciar do anterior. Há séculos atrás, o primogénito era quem iria gerir o dinheiro e as terras do pai. O segundo? Ou ia para padre ou para soldado. Os extremos. Ou lutas até à morte ou espalhas a palavra do Senhor, de paz e amor. Os irmãos do meio são sempre o primeiro, levado até ao limite.
Não sei porquê, sendo que o Porto nasceu primeiro que Lisboa, mas são os do norte que sofrem do Síndrome de “Segundo-filho”. Deve ser porque Lisboa é a capital, o centro político, o centro burocrático e legislativo. O centro das atenções e decisões. Deve ser por isso que no norte, se sentem o “segundo”. O “segundo filho”. Se virem as pessoas no Porto, são puras. São honestas. São extremos. No Porto ou são os vossos melhores amigos de sempre, ou estão a tentar tirar-vos os dentes ao pontapé. Ou estendem a mão a um desconhecido, ou lhe acertam na cara. Com força. Olhem a Francesinha. É óptima mas é demais. Um prato com 14 tipos de comidas diferentes? Olhem as mulheres no porto. Ou são lindas de morrer, ou exageram a cada risco nos olhos. O Norte tem as mulheres mais bonitas do país. Mas também as mais feias.
Como todos o segundos filhos, o Porto ou é genial ou um total falhado. Ou é inspirador ou criminoso. Ou têm carros de luxo pelas ruas, ou crianças descalças a correr pelo rio. O fosso é muito maior. Simplesmente porque se querem distinguir. Sobressair. Eu entendo a “arrogância” latente nestas palavras. Dizer-se que o Porto é como é porque “não é Lisboa” é assumir que eles vivem para nós. Eu não sinto isso. Não é uma questão de “acção-reacção”. É simplesmente uma coabitação inconsciente. Saudável, porque nos dá personalidades distantes. Chata, porque nos faz discutir mais do que devíamos. Apaixonante, porque faz de nós um país vivo. E totalmente aleatória, porque ninguém escolhe os pais… nem controla quando nasce.
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Monday, September 21, 2009
Mais uma vez, o dia mundial do Alzheimer passa sem que ninguém se lembre dele
HMMM…/GF – O dia 21 de Setembro pode parecer-lhe apenas mais uma segunda-feira de trabalho mas a verdade é que a data assinala o Dia Mundial do Alzheimer, data essa que não só é dificilmente festejada como é normalmente apelidada apenas de “Dia Mundial do… qual é mesmo?”.Com cerca de 90 mil portugueses a sofrerem desta doença a Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer (APFADA) faz um esforço não só para as pessoas abrirem os olhos a esta doença como para se lembrarem de onde fica a sua sede. A verdade é que, entre as pessoas que não sofrem da doença, a data que a assinala é das mais populares e apreciadas. “É fantástica. Eu se me esquecer do aniversário da minha mulher arranjo um trinta e um dos grandes, mas se me esquecer do dia Mundial da doença da minha sogra, ninguém se chateia e ela não se lembra!” disse um anónimo que nos divulgou ter a casa cheia de post-it’s espalhados. O Indesmentível gostaria de dar assim o seu apoio a todos os que sofrem com esta doença deixando estas sinceras e honestas palavras de apoio: Nunca desistam. Tenham sempre coragem e força para…
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Desvendámos o caso das escutas Espanholas a assessores de Cavaco que queriam construir no Freeport, de modo a despedirem pivots de telejornais da TVI para comprarem votos no seu próprio partido
SALGANHADA/GF – Depois de anos de investigação, pesquisa e drogas leves, o jornal O Indesmentível tem o orgulho de apresentar toda a verdade sobre o caso das escutas nos gabinetes de assessores de Cavaco, colocadas por Espanhóis com gosto em construírem TGV’s, guiados pelo objectivo de construírem no terreno do Freeport para mais tarde dispensarem pivots da TVI que tenham feito demasiadas plásticas.Ao início pareceu-nos confuso investigar tudo ao mesmo tempo mas depois descobrimos que todos os casos polémicos estavam interligados e poupámos em viagens de metro e em almoços com “anónimos” inventados por nós. A verdade é muito simples. Mas longa. Os Espanhóis, com quem Manuela Ferreira Leite se comporta como uma avó rabugenta, puseram escutas no gabinete dos assessores de Cavaco para saberem de burocracia portuguesa. O objectivo deles era comprar o terreno do Freeport, que se encontra protegido judicialmente o que os impede de construírem. Quando tivessem o terreno, iriam construir um campo de concentração para pivots de telejornais da TVI, espécie da qual, até à data, só conseguiram arranjar um. O seu maquiavélico objectivo era apenas comprarem votos dentro do seu próprio partido, para votarem no seu próprio partido, de modo a o seu próprio partido ganhar. Ficaram confusos? Façam como nós e digam que não.
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SALGANHADA/GF – Depois de anos de investigação, pesquisa e drogas leves, o jornal O Indesmentível tem o orgulho de apresentar toda a verdade sobre o caso das escutas nos gabinetes de assessores de Cavaco, colocadas por Espanhóis com gosto em construírem TGV’s, guiados pelo objectivo de construírem no terreno do Freeport para mais tarde dispensarem pivots da TVI que tenham feito demasiadas plásticas.Ao início pareceu-nos confuso investigar tudo ao mesmo tempo mas depois descobrimos que todos os casos polémicos estavam interligados e poupámos em viagens de metro e em almoços com “anónimos” inventados por nós. A verdade é muito simples. Mas longa. Os Espanhóis, com quem Manuela Ferreira Leite se comporta como uma avó rabugenta, puseram escutas no gabinete dos assessores de Cavaco para saberem de burocracia portuguesa. O objectivo deles era comprar o terreno do Freeport, que se encontra protegido judicialmente o que os impede de construírem. Quando tivessem o terreno, iriam construir um campo de concentração para pivots de telejornais da TVI, espécie da qual, até à data, só conseguiram arranjar um. O seu maquiavélico objectivo era apenas comprarem votos dentro do seu próprio partido, para votarem no seu próprio partido, de modo a o seu próprio partido ganhar. Ficaram confusos? Façam como nós e digam que não.
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Friday, September 18, 2009
Contra picado
Esta semana Rafael Contra até está bem disposto.Ou menos mal disposto.
Não insultou a mãe de ninguém.
“Pânico em Hollywood” – um título que parece tirado de um sonho cor-de-rosa meu
CONTRA PICADO/GF – A sensação que eu tive ao ver este filme foi a mesma de estar numa casa de banho pública do Colombo, sentado numa sanita aquecida, à espera que uma ténia de 12 metros saísse, enquanto lia números de telefone escritos por rebarbados, tudo ao som de Gregorian nas colunas incrustadas no tecto. Sejam bem-vindos ao interior de Hollywood. Mas aqui, ao invés de se mostrar a crua e nua realidade de ilegalidades e dinheiro fácil, coloca-se Robert DeNiro no papel de um produtor sentimental e tristonho, com demasiados problemas na vida. Coitadinho. O que prova isto? Que se Goebbels fazia cinema como propaganda Nazi, também Hollywood consegue fazer aqui o mesmo por si. Vender-se às massas como algo invencível e portentoso, quando na verdade se “destrói” multidões, começou com o braço direito do líder Nazi e vem dar aqui, a “Pânico em Hollywood”, nas salas portuguesas. Por muito que tentem “romantizar” o universo desprezível do “centro comercial” que é Hollywood, não me enganam. Eu sei das festas. Das drogas. Dos enganos. Do chauvinismo. Até dos cadáveres com que andam na mala dos vossos Cryslers. Eu sei da podridão que é esse mercado sujo e mafioso. Não me ponham o senhor “Robert-aqui-não-faço-de-mafioso-amável-DeNiro” para me sensibilizar. E nem valia a pena os cameos de Bruce Willis ou Sean Penn, o vosso “tempo de antena” já estava composto. As celebridades que “apoiam este anúncio à integridade de Hollywood” fazem parte do esquema. Não me enganam, senhores. O que é este filme? Masturbação hollywodesca. Este filme não é mais que a cidade de Los Angeles, nua, a olhar-se ao espelho enquanto se toca. Produtores de Hollywood, se queriam que o espectador tivesse pena de vocês, suas sanguessugas, falharam. Só conseguiram que eu tivesse pena do projeccionista que tem de, diariamente, pôr isto a passar numa tela gigante. E de quem julgou, como eu, que “Pânico em Hollywood” era o título de um filme sobre o apocalipse do cinema americano e pagou bilhete.
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Nem chamou de incompetente, pelo menos directamente, a ninguém.
Mas nem por isso conseguiu gostar do que viu...
CONTRA PICADO/GF – A sensação que eu tive ao ver este filme foi a mesma de estar numa casa de banho pública do Colombo, sentado numa sanita aquecida, à espera que uma ténia de 12 metros saísse, enquanto lia números de telefone escritos por rebarbados, tudo ao som de Gregorian nas colunas incrustadas no tecto. Sejam bem-vindos ao interior de Hollywood. Mas aqui, ao invés de se mostrar a crua e nua realidade de ilegalidades e dinheiro fácil, coloca-se Robert DeNiro no papel de um produtor sentimental e tristonho, com demasiados problemas na vida. Coitadinho. O que prova isto? Que se Goebbels fazia cinema como propaganda Nazi, também Hollywood consegue fazer aqui o mesmo por si. Vender-se às massas como algo invencível e portentoso, quando na verdade se “destrói” multidões, começou com o braço direito do líder Nazi e vem dar aqui, a “Pânico em Hollywood”, nas salas portuguesas. Por muito que tentem “romantizar” o universo desprezível do “centro comercial” que é Hollywood, não me enganam. Eu sei das festas. Das drogas. Dos enganos. Do chauvinismo. Até dos cadáveres com que andam na mala dos vossos Cryslers. Eu sei da podridão que é esse mercado sujo e mafioso. Não me ponham o senhor “Robert-aqui-não-faço-de-mafioso-amável-DeNiro” para me sensibilizar. E nem valia a pena os cameos de Bruce Willis ou Sean Penn, o vosso “tempo de antena” já estava composto. As celebridades que “apoiam este anúncio à integridade de Hollywood” fazem parte do esquema. Não me enganam, senhores. O que é este filme? Masturbação hollywodesca. Este filme não é mais que a cidade de Los Angeles, nua, a olhar-se ao espelho enquanto se toca. Produtores de Hollywood, se queriam que o espectador tivesse pena de vocês, suas sanguessugas, falharam. Só conseguiram que eu tivesse pena do projeccionista que tem de, diariamente, pôr isto a passar numa tela gigante. E de quem julgou, como eu, que “Pânico em Hollywood” era o título de um filme sobre o apocalipse do cinema americano e pagou bilhete.
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Wednesday, September 16, 2009
Estudo revela que em Portugal são apanhados diariamente 51 condutores sem carta de condução
ESTUDO RECENTE/GF – Que os portugueses conduzem um automóvel como um indivíduo alcoolizado conduz um carrinho-de-choque, não é novidade, mas descobriu-se agora que a policia apanha diariamente 51 pessoas a conduzirem que não têm, nem nunca tiveram, carta de condução.? Quando inquiridos, os condutores apanhados disseram a’O Indesmentível que “a diferença não é nenhuma. Nós também andamos fora de mão em auto-estradas, estacionamos em cima de passeios e somos totalmente daltónicos no que toca a semáforos. É bem mais complicado pôr um ar condicionado no ponto certo entre calor-africano e gelo-nórdico, que conduzir um carro em Portugal.” A Polícia revelou que apenas conseguiu apanhar este condutores porque “pela condução, apesar de parecerem taxistas em hora de ponta, não tinham nem uma luz vermelha no topo do carro nem estavam a gritar palavrões pela janela”. O Indesmentível alerta assim para este novo perigo nas estradas depois de taxistas, idosos, autocarros da Carris e, inevitavelmente, mulheres.
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Desculpem, mas não consigo disfarçar como me sinto.
Irrita-me, profundamente, o olhar altivo e arrogante que uma mulher faz quando olhamos para ela. Quando percebe que a olhamos por ser interessante, gira, boa, bela, linda, sedutora, atractiva. Rapidamente ergue o nariz, endireita as costas, disfarça com o telemóvel ou nos encontra um defeito e ri por dentro. Irrita-me.
O problema é que vivemos sempre num limbo emocional. O que é triste. Se cagamos de alto a baixo numa pessoa, é provável que ela se apaixone por nós mais depressa que o vento. Se lhe dizemos algo tão simples como… “apetece-me beijar-te”, somos chatos, previsíveis, lamechas e descartáveis. É uma linha tão ténue. E triste. É como se o “apetece-me beijar-te” fosse um “eu amo-te”, quando simplesmente é um “apetece-me beijar-te”. As pessoas andam com medo. O que é triste.
Gosto das mulheres na intimidade. Não gosto, adoro. E não estou a falar de sexo. Sexo pode, e por vezes deve, ser feito sem intimidade. Estou a falar de um beijo. De um bom beijo. Não há nada mais intimo que isso. Não interessa que máscaras, vergonhas, inseguranças ou defesas uma mulher tem. Quando nos beija, tudo isso desaparece. Deve ser por isso que as prostitutas não beijam. Porque é a epítome da intimidade. Porque é sempre, sempre honesto.
Eu sei engatar. Garanto-vos. Sei o que dizer, como dizer, o que fazer. Mas, normalmente, não gosto. Sinto-me falso. Não gosto de “fingir” ou de dizer a coisa “combinada” só porque produz os resultados que quero. Ser honesto, por muito que afaste as pessoas, sabe-me milhentas vezes melhor que “mentir”. Engatar. Persuadir.
“Apetece-me beijar-te” não tem de ter camadas de sentido ou emoção. Não tem de assustar. Pode simplesmente ser um instinto primário posto em palavras. O problema é que parece sempre, sempre que estou apaixonado. Vocês que estão a ler isto... não parece? É o meu problema. Posso namorar dois anos com uma pessoa, amá-la, acabar com ela e nunca verter uma lágrima… mas digo “apetece-me beijar-te” e soo a apaixonado.
Por muito que deseje ser mais controlador, dominante e “um macho imperturbável”, não consigo. Há uma criança dentro de mim que tem um tamanho maior que o meu. Há uma vontade de ser verdadeiro dentro de mim muito maior que o meu corpo. O que faz de mim um “bicho estranho”. E assustador. Que, por motivos de categorização e compreensão, é rotulado como “apaixonado”. Desculpem, mas não consigo disfarçar como me sinto. Se bem disposto. Se triste. Se energético. Se sedutor. Se simplesmente vivo.
E talvez por isso… me irrite aquele olhar.
O problema é que vivemos sempre num limbo emocional. O que é triste. Se cagamos de alto a baixo numa pessoa, é provável que ela se apaixone por nós mais depressa que o vento. Se lhe dizemos algo tão simples como… “apetece-me beijar-te”, somos chatos, previsíveis, lamechas e descartáveis. É uma linha tão ténue. E triste. É como se o “apetece-me beijar-te” fosse um “eu amo-te”, quando simplesmente é um “apetece-me beijar-te”. As pessoas andam com medo. O que é triste.
Gosto das mulheres na intimidade. Não gosto, adoro. E não estou a falar de sexo. Sexo pode, e por vezes deve, ser feito sem intimidade. Estou a falar de um beijo. De um bom beijo. Não há nada mais intimo que isso. Não interessa que máscaras, vergonhas, inseguranças ou defesas uma mulher tem. Quando nos beija, tudo isso desaparece. Deve ser por isso que as prostitutas não beijam. Porque é a epítome da intimidade. Porque é sempre, sempre honesto.
Eu sei engatar. Garanto-vos. Sei o que dizer, como dizer, o que fazer. Mas, normalmente, não gosto. Sinto-me falso. Não gosto de “fingir” ou de dizer a coisa “combinada” só porque produz os resultados que quero. Ser honesto, por muito que afaste as pessoas, sabe-me milhentas vezes melhor que “mentir”. Engatar. Persuadir.
“Apetece-me beijar-te” não tem de ter camadas de sentido ou emoção. Não tem de assustar. Pode simplesmente ser um instinto primário posto em palavras. O problema é que parece sempre, sempre que estou apaixonado. Vocês que estão a ler isto... não parece? É o meu problema. Posso namorar dois anos com uma pessoa, amá-la, acabar com ela e nunca verter uma lágrima… mas digo “apetece-me beijar-te” e soo a apaixonado.
Por muito que deseje ser mais controlador, dominante e “um macho imperturbável”, não consigo. Há uma criança dentro de mim que tem um tamanho maior que o meu. Há uma vontade de ser verdadeiro dentro de mim muito maior que o meu corpo. O que faz de mim um “bicho estranho”. E assustador. Que, por motivos de categorização e compreensão, é rotulado como “apaixonado”. Desculpem, mas não consigo disfarçar como me sinto. Se bem disposto. Se triste. Se energético. Se sedutor. Se simplesmente vivo.
E talvez por isso… me irrite aquele olhar.
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Tuesday, September 15, 2009
Parabéns
E não é que chegou o dia?
Hoje, comemorando 10 anos de aniversário, o programa do Curto Circuito será apresentado por Rui Unas e Rita Mendes. Eu, convidado pelo Unas, vou completar um sonho de criança...
... conhecer uma coelhinha da playboy. E actuar no CC, claro.
O programa começa às 16.30h e algures durante essa hora e meia, vou fazer 10 minutinhos de "prenda de anos".
Embora comemorar...
gui
Hoje, comemorando 10 anos de aniversário, o programa do Curto Circuito será apresentado por Rui Unas e Rita Mendes. Eu, convidado pelo Unas, vou completar um sonho de criança...
... conhecer uma coelhinha da playboy. E actuar no CC, claro.
O programa começa às 16.30h e algures durante essa hora e meia, vou fazer 10 minutinhos de "prenda de anos".
Embora comemorar...
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Monday, September 14, 2009
Pilotos do RedBull Air Race inspiram-se na retórica de Manuela Ferreira Leite para fazerem acrobacias
COCKPIT/GF – Depois de um fim-de-semana de acrobacias no rio Douro, vários pilotos do RedBull Air Race confirmaram à comunicação social que se inspiram nas “linhas de raciocínio e lógica” de Manuela Ferreira Leite a debater para fazerem as suas manobras. O piloto Austríaco Hannes Arch disse a O Indesmentível que “foi um prazer descobrir este tipo de manobras linguísticas arriscadas e loucas. Ela improvisa já no ar, sem destino ou sentido. Vira para um lado só porque lhe apetece, faz uma pirueta de cabeça para baixo sem explicar como. Uma inspiração…” Especialistas de várias áreas já encontraram sinais da total “imprevisibilidade de movimentos e argumentos” de Manuela Ferreira Leite noutras actividades da nossa sociedade, como a condução dos taxistas lisboetas ou as escolhas tácticas de Carlos Queiroz para a selecção nacional.
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Último debate eleitoral resulta em terramoto na Venezuela
RICHTER DE UM RAIO/GF – Sábado à noite ocorreu o último debate eleitoral, entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite, e minutos depois de este ter terminado, ocorreu um sismo na Venezuela, de 6.4 na escala de Richter e 0.0 na escala de Chavez.
José Sócrates já comentou a aparente ligação entre ambos os acontecimentos dizendo que “é tão provável a culpa ser minha como é no caso Manuela Moura Guedes, no caso Freeport ou no caso do folhado que desapareceu do catering deste debate”. Manuela Ferreira Leite não quis comentar, disse apenas que se fosse ela a Primeira-Ministra e o terramoto não seria na Venezuela mas na sede da ILGA. Por sua vez, Hugo Chavez revelou a’O Indesmentível que “depois do final do debate, os Magalhães começaram lentamente a tremer, de forma cada vez mais intensa, abriram todos um documento intitulado Avaliação de Professores.excel, e de repente, o chão abriu, os prédios caíram e milhares de pessoas ficaram asfixiadas democraticamente”. A comunidade internacional já enviou um pedido a José Sócrates e Manuela Ferreira Leite para que nunca mais se reúnam, para debater ou para jogar ao dominó.
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José Sócrates já comentou a aparente ligação entre ambos os acontecimentos dizendo que “é tão provável a culpa ser minha como é no caso Manuela Moura Guedes, no caso Freeport ou no caso do folhado que desapareceu do catering deste debate”. Manuela Ferreira Leite não quis comentar, disse apenas que se fosse ela a Primeira-Ministra e o terramoto não seria na Venezuela mas na sede da ILGA. Por sua vez, Hugo Chavez revelou a’O Indesmentível que “depois do final do debate, os Magalhães começaram lentamente a tremer, de forma cada vez mais intensa, abriram todos um documento intitulado Avaliação de Professores.excel, e de repente, o chão abriu, os prédios caíram e milhares de pessoas ficaram asfixiadas democraticamente”. A comunidade internacional já enviou um pedido a José Sócrates e Manuela Ferreira Leite para que nunca mais se reúnam, para debater ou para jogar ao dominó.
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